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SÃO PAULO – A variação nos preços do grupo Educação contribuiu de forma importante para que a inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), registrasse aumento menos intenso no mês de março.
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no terceiro mês de 2013, a inflação desacelerou para 0,47%, frente ao 0,60% registrado em fevereiro, sendo que o grupo Educação passou de 5,40% para 0,56% no período, uma diferença de 4,84 pontos percentuais.
Em 12 meses, a inflação medida pelo IPCA acumula alta de 6,59%, enquanto no acumulado do ano a variação é de 1,94%.
Outros grupos
Além de Educação, outros grupos contribuíram para o recuo da inflação entre fevereiro e março, são eles: Alimentação e Bebidas (de 1,45% para 1,14%), Artigos de Residência (de 0,53% para 0,11%), Vestuário (de 0,55% para 0,15%), Transportes (de 0,81% para -0,09%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,65% para 0,32%).
No caso de Despesas Pessoais, vale destacar que, embora com desaceleração mensal, é do grupo o mais expressivo impacto para a inflação no mês: o acréscimo de 1,53% no item empregado doméstico, após ter aumentado 1,12% em fevereiro.
Já em Transportes, o destaque foi das passagens aéreas, que ficaram 16,43% mais baratas, constituindo o maior impacto negativo individual para o resultado do IPCA de março.
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No que diz respeito aos grupos, Habitação (de -2,38% para 0,51%) e Comunicação (de 0,10% para 0,13%), estes apresentaram movimento contrário no período.
Regiões
Entre os índices regionais, Belém apresentou a taxa mais alta de março, ficando com inflação de 0,79%. De acordo com o IPCA, na cidade, o resultado teve influência, sobretudo, do aumento do açaí (18,31%).
Rio de Janeiro, por outro lado, teve o menor resultado do mês, de 0,27%, enquanto São Paulo registrou inflação de 0,48%.