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SÃO PAULO – O novo modelo de cobrança do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre os cigarros deve gerar reajustes nos preços aos varejistas a partir de abril.
Conforme comunicado emitido pela Relações com Investidores da Souza Cruz, a empresa deverá administrar os impactos da medida, repassando aos varejistas um aumento médio de 24% a partir do dia 6 de abril.
Já a fabricante Philip Morris informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que tem por política interna não comentar sobre aumentos futuros de preços.
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Tributação
O governo alterou o modelo de cobrança do IPI. A nova alíquota reajustada será de aproximadamente 41%.
Com a nova tributação, o governo também definiu um preço mínimo de venda ao consumidor. Sendo assim, diz a Souza Cruz, o varejista que vender cigarros por um preço inferior a R$ 3 estará sujeito à pena de apreensão do produto e suspensão do direito de venda de cigarros pelo prazo de cinco anos.
Para a Souza Cruz, qualquer tributação de cigarros contribui fortemente para o aumento ilegal no País. Porém, a empresa afirmou que acredita ser uma iniciativa importante para o combate efetivo da sonegação fiscal no Brasil.