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Imposto de Renda e Tesouro Direto: como declarar meus investimentos?

Perder o prazo de entrega ou não prestar contas com o Fisco pode render punições que vão desde o pagamento de multa a restrições no CPF

SÃO PAULO - A Receita Federal recebe até segunda-feira (30) as declarações de imposto de renda de 2018. Perder o prazo de entrega ou não prestar contas com o Fisco podem render punições que vão desde o pagamento de multa a restrições no CPF.

O balanço mais recente, de quinta-feira (26), da Receita Federal aponta que mais de 20,5 milhões de declarações foram entregues, mas ainda falta um terço. A expectativa do supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, é que 28,8 milhões de contribuintes enviem o documento até a meia-noite de 30 de abril.

As aplicações no Tesouro Direto devem constar nas declarações, independente do valor investido e se houve resgate. O professor do InfoMoney, Alan Ghani, explicou como declarar seus títulos no programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados, apresentado na quinta-feira (26).

Confira, no vídeo abaixo, a partir de 17m15s:

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Veja os tipos de títulos do Tesouro Direto disponíveis atualmente:

Título
Vencimento
Indexados ao IPCA  
Tesouro IPCA+ 2024 15/08/2024
Tesouro IPCA+ 2035 15/05/2035
Tesouro IPCA+ 2045 15/05/2045
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2026 15/08/2026
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 15/05/2035
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 15/08/2050
Prefixados  
Tesouro Prefixado 2021 01/01/2021
Tesouro Prefixado 2025 01/01/2025
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 01/01/2029
Indexados à Taxa Selic  
Tesouro Selic 2023 01/03/2023

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F): o investidor também sabe exatamente quanto receberá no momento da compra, mas o fluxo de pagamento é diferente: nesse título público, o investidor recebe pagamentos a cada seis meses, que funcionam como uma antecipação da rentabilidade contratada.

Tesouro Selic (LFT): esse é um título público em que o rendimento é totalmente atrelado à taxa Selic, o que normalmente é indicado para investidores de perfil mais conservador. Essa taxa tem a sua meta definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a cada 45 dias, e que hoje está em 6,75% ao ano. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento. 

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): a rentabilidade desse título público é dividida em duas partes: uma parcela prefixada e outra parcela atrelada ao IPCA, o índice oficial de inflação usado pelo Governo. Essa composição garante que o investidor sempre terá um retorno acima da inflação, e por isso costuma ser indicado para aplicações de longo prazo. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento. 

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B): Semelhante ao IPCA+, a rentabilidade também é dividida entre uma taxa prefixada e a variação do IPCA, mas com a diferença de que o Tesouro Nacional realiza pagamentos semestrais, para quem busca complementar a renda com os títulos públicos.

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