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Os comerciais publicitários que mais deram o que falar em 2017; assista a todos

Alguns chegaram, inclusive, a ser retirados do ar

It A Coisa
(Reprodução/Youtube)

SÃO PAULO – Como acontece em todos os anos, as campanhas publicitárias lançadas em 2017 foram um dos assuntos que “deram o que falar” durante todo o ano, seja por conta de comerciais ou peças que provocavam concorrentes, que eram polêmicas de alguma forma ou que denegriam a imagem da própria empresa.

Até outubro deste ano, o Conar (Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária) havia tomado 217 decisões sobre campanhas publicitárias que foram denunciadas pelo público – inclusive a do próprio órgão, que acabou sendo julgada.

Mesmo que alguns dos comerciais mais comentados tenham sido tirados do ar após seu lançamento, o InfoMoney elaborou uma retrospectiva dos comerciais melhor e pior recebidos pelo público ao longo de 2017, tanto os nacionais quanto internacionais. Confira a seguir:

“Opções” do Conar
O comercial foi denunciado por tratar questões relacionadas a preconceito e discriminação como “gosto pessoal”, apesar de o objetivo inicial ser de mostrar que o Conar cumpria o papel de “separar o que é gosto pessoal do que é ofensivo e ilegal”. Para isso, o órgão apresentava dois vídeos diferentes, que exibiam “opostos”, ao mesmo tempo em uma tela dividida.

Samsung versus Apple
Logo após o lançamento dos últimos smartphones da Apple, os iPhones X, 8 e 8 Plus, a Samsung aproveitou para promover o Galaxy Note 8 ao mesmo tempo em que aponta as “falhas” cometidas pela Apple ano após ano.

Amazon e Doria
Um dos comerciais lançados pela Amazon para promover o Kindle, seu e-reader, a Operação Cidade Limpa, do prefeito de São Paulo, João Doria, foi criticada. O prefeito não deixou barato e respondeu à empresa em seu próprio vídeo – e a briga continuou até que uma loja de eletrônicos, Kabum!, doasse computadores para a empresa.

“Polaris”, da United Airlines
A companhia aérea United Airlines teve problemas neste ano após um vídeo de um passageiro sendo agredido por comissários de bordo viralizar na internet. Movimentos de boicote à empresa foram organizados e inúmeras críticas feitas.

Por isso, o comercial da empresa que promovia sua primeira classe e os recursos que oferecia foi muito mal recebido pelo público. Ele foi exibido antes de filmes em sessões de cinema.

Burger King vira “IT: A Coisa”
O filme “It: A Coisa” foi uma das maiores bilheterias do ano – e a rede de fast-food aproveitou o momento para provocar a concorrente, McDonald’s, através de um comercial. Ele foi exibido durante uma sessão de cinema de It: ao final do filme, antes de os créditos começarem a ser exibidos, foram projetados dois holofotes na tela, sendo que o primeiro apresentava a frase: “Moral da história: nunca confie em um palhaço”, fazendo referência ao ícone do McDonald’s, o palhaço Ronald; a segunda mostra o logo do Burger King.

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