Caixa descarta bolha imobiliária e espera crescimento do crédito em 2014

Para banco, crédito para imóveis deve crescer entre 10% e 20% em 2014  e dará continuidade ao crescimento em 2015
Por Nara Faria  
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SÃO PAULO - Depois de bater um novo recorde no ano de 2013, atingindo R$ 134,9 bilhões em contratações, a Caixa Econômica Federal espera dar continuidade ao crescimento do crédito para esta categoria em 2014, quando espera encerrar o ano com crescimento entre 10% e 20%.

Para 2015 as perspectivas ainda são positivas. "Todos os dados e o comportamento do mercado nos dão a confiança de que o crédito continuará crescendo. Sendo o mais conservador possível, no ano de 2015 devemos ter um crescimento em torno de 10%", estima Teotonio Rezende, diretor de habitação da Caixa.

O diretor de habitação comenta sobre um dos maiores temores do mercado: a possível bolha imobiliária. Para ele, não há sinais de que o segmento enfrente este risco, considerando que a situação econômica e social no Brasil se difere do que aconteceu nos Estados Unidos e que pode ser identificado também na Europa. A demanda ainda reprimida por novas moradias no Brasil ainda deve segurar este mercado aquecido nos próximos anos. 

Em relação ao preços dos imóveis, ele acredita que o período de maior entusiasmo já passou e os preços devem permanecer mais próximo da estabilidade nos próximos anos. "Ainda temos um grande déficit habitacional no Brasil. Outro ponto é a relação do PIB (Produto Interno Bruto) e o crédito, que mostra que o Brasil ainda tem muito espaço para crescer", afirma. 

Rezende compara os indicadores imobiliários do Brasil e dos Estados Unidos para justificar sua opinião. A avaliação do crédito imobiliário, o LTV (Loan-to-Value), do Brasil está em torno de 70% da média nacional, com um montante de financiamentos contratados nessa modalidade representando cerca de 8% do PIB (Produto Interno Bruto). A expectativa é que os financiamentos imobiliários atinjam 10% do PIB até o ano de 2015. 

Nos Estados Unidos, em 2007, quase 1/3 dos imóveis novos financiados tinham LTV maior que 90%. Este tipo de financiamento representa em torno de 80% do PIB. "Não há risco de bolha imobiliário no Brasil. No nosso modelo de financiamento normalmente a pessoa vai para o prazo máximo de financiamento e acaba quitando o imóvel em um tempo muito menor", completa.

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Rodrigo Dias (30/01/2014 19:08:56) Bolha ! A CAIXA VAI QUEBRAR !
Felipe T. Dornelles (30/01/2014 19:09:53) Enquanto tiver trouxa pagando esses preços absurdos financiando em 40 anos, e o povo tiver emprego e renda crescente para pagar a 'parcela que cabe no borso' , tá tudo tranquilo. Agora quando o desemprego tomar conta, juros aumentarem fortemente (já estão aumentando) quero ver se dirão que não há bolha...
(30/01/2014 19:11:16) Comparar crédito do mercado imobiliário americano com brasileiro é como comparar bananas com maçãs. Lá não existe juro real de 8% a.a.
Jonas Silva (30/01/2014 19:25:54) Engraçado, déficit habitacional, demanda reprimida e aqui em Salvador, se não lançarem mais nenhum imóvel tem estoque para mais de 2 anos de vendas. Alguém da caixa pode me explicar?
Guilherme Biliotavicius (30/01/2014 19:27:17) O crescimento do crédito em 2014 ocorrerá por causa dos na plAnta comprados em 2011 e que serão entregues agora, mas é sabido que ele vai cair forte em 2015 pois não venderam nada na prAnta em 2012 e em diante. Ou o camarada financia e perde dinheiro pagando juros par ao banco ou Distrata e perde parte do que pagou, não tem jeito, com a construtora vendendo mais barato que o Saldo Devedor dos compradores os Distratos também estão batendo recordes mas isso ninguém comenta.
Pedro Benevides (30/01/2014 19:27:32) Até parece que a CEF viria a público dizer que tem Bolha Imobiliária no Brasil... rsssss Ciente. Próximo.
Pedro Benevides (30/01/2014 19:29:12) Até parece que a CEF viria a público dizer que tem Bolha Imobiliária no Brasil... rsssss Ciente. Próximo.
Pedro Benevides (30/01/2014 19:40:41) Exatamente. E a CEF, confirmando que espera crescimento de crédito imobiliário, na verdade confirma a formação da bolha, pois crédito imobiliário é exatamente o que ajuda na formação de bolhas especulativas.
Pedro Benevides (30/01/2014 19:43:21) Sistema PRICE p = [j * (1 + j) ^ n] / [(1 + j) ^ n - 1] * v v : valor a ser financiado n : número de períodos j : taxa de juros do período p : valor da prestação Considerando LTV (Loan-To-Value) como a porcentagem do valor do bem que será financiada e supondo inflação zero, o valor TOTAL pago pelo financiamento pode ser escrito como: t = [j * (1 + j) ^ n] / [(1 + j) ^ n - 1] * v * LTV * n Para encontrar uma EQUIVALÊNCIA entre dois valores de LTV, cada um associado a uma taxa de juros distinta, podemos impor igualdade no valor total pago pelo financamento. Dessa maneira, podemos escrever: LTV2 = LTV1 * {[(1 + j2) ^ n - 1] * J1 * (1 + j1) ^ n} / {[(1 + j1) ^ n - 1] * J2 * (1 + j2) ^ n} Para n = 35 anos j1 = 4% ao ano (típico nos EUA) j2 = 12% ao ano (típico na Banânia) LTV2 = 0.44 * LTV1 Bain & Company “http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/imoveis/noticia/2968246/nao-evidencias-bolha-imobiliaria-brasil-diz-estudo Segundo o levantamento, nos países mais impactados pela recente crise financeira, financiava-se mais de 75% dos valores dos imóveis e, em casos extremos, era possível financiar até 130% do valor do imóvel, o que permitia além do pagamento da propriedade, mobiliá-la, por exemplo. Nos Estados Unidos, em 2007, quase 1/3 dos imóveis novos financiados tinham LTV maior que 90%. Na Irlanda, no mesmo ano, um a cada seis imóveis novos financiados contavam com LTV maior que 95%. “A nossa análise indica que, em situações nas quais o LTV médio dos empréstimos imobiliários supera 65%, os riscos aumentam significativamente. A partir de 75%, passam a um nível crítico. CONCLUSÃO: Para a Banânia, significa que um LTV acima de 33% (0.44 * 75%) já é CRÍTICO. Ou seja, por quaquer angulo que se observe, essa Bain & Company é muito ruim de serviço e o Infomoney é pior ainda, pois copia sem crítica alguma. PS: A análise pode ser extendida para o sistema SAC, mas a conclusão será a mesma.
Pedro Benevides (30/01/2014 19:43:47) Fantasiosa mesmo é a falsa aparência de normalidade que o mercado imobiliário tenta passar aos leigos e potenciais clientes. Esse cálculo do LTV (Loan-to-Value) não é sequer aplicável na Banânia, onde existe pseudo-venda na planta. Na Banânia (1) o sujeito vende antes do financiamento (os poucos que entraram no começo da pirâmide) ou (2) o sujeito não tem renda para o financiamento (a maioria dos investidores) ou (3) o sujeito tem renda e vai financiar 100% do saldo devedor, que já é maior do que o valor do imóvel. Portanto, nos casos (1) e (2), o LTV é ZERO pois o Loan é zero. No caso (3) o LTV é maior do que 100% com o agravante de juros extorsivos (cerca de 12% contra 4% nos países onde LTV faz sentido), ou seja, a DÍVIDA progride muito mais rápido. Obviamente, um mesmo LTV com 12% ou 4% de juros são coisas muito diferentes. A coexistência da modalidade de compra na planta associada ao financiamento + construcard e financiamento de taxas, mascara o percentual total de tomada de crédito. A própria concentração de 70% do crédito nas mãos da CEF fragiliza a carteira total do crédito imobiliário. Sem contar que na CEF o percentual LTV ultrapassa os 70% mesmo sem contar com os subsídios do MCMV. O prazo oficial de 35 anos + possível “pausa” no pagamento + imóvel na planta beira os 40 anos de crédito. Em primeiro lugar, é preciso dizer que a quota de financiamento é constantemente ascendente e se aproxima de 70%, quando era de 53% há poucos anos atrás. Em segundo lugar é preciso lembrar que o índice não é maior justamente porque vivemos uma bolha com preços ascendentes até 2010. Explico: Digamos que tivesse comprado um apartamento na planta por 100k em 2009. Antecipando 25% até as chaves + INCC , vamos supor que o saldo a financiar tenha ficado com algum azar próximo dos 100k iniciais. Após a disparada dos preços o mesmo imóvel provavelmente foi avaliado na entrega perto dos 220K. QUAL É O LTV??? 45% ou 100/220 Isso mesmo. O índice é razoável ainda em relação à outros países justamente porque apenas aqui existe a aberração do imóvel na planta e os imóveis financiados agora são aqueles adquiridos a preços muito mais baixos até 2010, quando esses preços estavam em franca aceleração. Não tenho a menor dúvida de que se conseguíssemos o LTV dos usados, o índice passa fácil dos 80%. Quando tiramos a média juntamente com os novos, o valor é amenizado. Com a estabilização dos preços e, pior, com as quedas, o LTV certamente acelerará indefinidamente.
Marcelo Bmc (30/01/2014 20:31:21) kkkkkkkkkkkkkkk!!!! Adoro quando tentam me fazer de otário!
Lamir Carvalho (30/01/2014 21:27:52) Opinião de um leigo! Acredito que só haverá bolha, caso o valor do imóvel esteja muito acima do seu valor justo de mercado, ou seja, analisando-se a capacidade de retorno do valor real ou financeiro do empreendimento. Quanto ao valor real, considera-se o bem estar proporcionado devido a excelente localização do imóvel (proximidade de farmácia, supermercado, áreas de lazer, do trabalho e etc.), também pelo padrão de acabamento e do mobiliário instalado, além de outros, como as coberturas, que por serem muitos escassos, sempre despertarão o desejo. Já pelo lado do retorno finaceiro, projeta-se o valor venal do imóvel segundo os valores dos aluguéis praticados na região (para os imóveis comerciais, valorizam-se mais os que apresentaresm maior retorno devido ao alto fluxo de pessoas, poder aquisitivo, facilidades de estacionamento e etc.). Uma vez conhecido o valor justo ou de referência, poderemos passar para a analise em função da conjuntura econômica. Num primeiro instante, o Governo, para enfrentar a crise monetária internacional iniciada em 2008, usou a redução dos juros e a facilitação do crédito imobiliário como uma tentativa de manter ou estimular o crescimento do PIB, pois o setor é um dos maiores empregadores e distribuidor de renda. Houve uma explosão nos contratos de financiamento habitacional, pois as taxas praticadas foram em média de 8% a.a. As carteiras das imobiliárias fervilharam e houve o compromentimento da renda dos trabalhadores com o finaciamento a longo prazo. Até então, tudo ajustado, pois os compromissos assumidos, por ambos os lados, foram dimensionados pelas análises de créditos. Neste ponto, um pequeno aumento dos estoques ofertados e os decorrentes por distratos, também, provocaram pequenos ajustes sazonais, o que não tem nada a ver com a chamada bolha imobiliária. Porém, caso haja um aumento progressivo nas taxas de juros, aí sim, poderá haver um reflexo imediato no setor imobiliário (caso não haja uma política de compensação por parte do governo), podendo colocar o setor em risco, pois acarretará um aumento progressivo nos estoques ofertados, seja em função do afastamento dos novos entrantes ou, seja pelos distratos dos atuais compromissados. Assim, acredito que não temos uma bolha imobiliária instaurada, porém, corre-se o risco de provocá-la, caso não se tome uma medidas preventivas, por parte do governo.
Otavio Camilo Cesar (30/01/2014 21:42:48) Os brasileiros tem o habito de depreciar o Brasil e vanglorear outros países. Neste caso da bolha imobiliária está claro que nem tudo é doce la fora. A diferença entre a situação do mercado imobiliário do Brasil em relação ao dos EUA é o seguinte: Os EUA emprestavam dinheiro aos americanos tendo como garantia hipotecária seu imóvel, so que isso não acontecia uma única vez, ou sea, o imóvel servia como hipotéca para vários emprestimos, porém quando o devedor não conseguia mais dinheiro para prorrogar ou pagar suas dívidas seu imóvel era arrematado para cobrir a hipotéca, porém, como ele era hipotecado várias vezes, a divida dele era maior que o valor deste bem, não tendo o banco como recuperar o valor, isto foi o que realmente aconteceu, e quebrou vários bancos americanos. Va a um bandco e tente hipotecar seu imóvel mais de uma vez aqui no Brasil e veja se consegue. Preciso dizer algo mais??
Marcel Freschi (30/01/2014 21:56:27) Acredito que o crédito imobiliário esteja crescendo com qualidade no pais. E para aqueles que acham q são tontos os que financiam, pensem que esses financiamentos são a esperança de todos os Brasileiros terem a casa própria sem precisar pagar alugueis absurdos para os já endinheirados. Quanto mais crédito imobiliário mais imóveis mais incentivo para construção mais empregos.
Leandro Santos (30/01/2014 22:10:14) http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/01/20/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil-ca/ provas comprovadas da bolha Isso é para os iludidos que querem comprar sua casa própria saber a verdade... Leandro Santos CEO www.traderprofissional.com.br
Vinicius Costa (30/01/2014 23:21:43) E aí vão acreditar no diretor de habitação da caixa ou em Robert Shiller, vencedor do prêmio Nobel de Economia????
Raul Ciro Ramalho Ramalho Vieira (31/01/2014 08:51:48) Bem, se for verdade as contas matemáticas 10% do PIB , 22 milhoes de famílias sem casa própria digna ( barracos sem acabamentos e infraestrutura de saneamento não é moradia digna), e se a inflação caisse ao patamar de 3% ao ano durante uns 10 anos eu acreditaria sim. Sei que bolha não virá muito próximo mas o mercado vai começar a se arrastar das pernas sim...
Raul Ciro Ramalho Ramalho Vieira (31/01/2014 09:00:51) O governo deveria diminuir essa política de crédito além das proporções orçamentarias das famílias desproporcionais aos prazos porque isso empobrece o povo e cria uma economia de crescimento irreal , ilusória ...e isso sim pode mesmo trazer uma Bolha Imobiliária.
Gregor Barros (31/01/2014 09:55:41) Acho que o mais preocupante aqui no Brasil é isso! A caixa é a unica financiadora! os bancos privados pisaram no freio, nao emprestam! nada de minha casa minha divida! muitos paises tem situaçoes diferentes, nao da para comparar como fazem com os eUA - o triste é ver que aqui depende de uma unica instituiçao (caixa0 a maioria dos finaciamentos!
Ricardo Pereira (31/01/2014 11:10:10) Claro, se a #Caixa acreditar em bolha o povo começa a se assustar.. Aí a procura por empréstimos pode cair, aí não sobra dinheiro para jogar na Mega-Sena e por aí vai.. Este Infomoney já foi melhor, agora está um cordeirinho do Governo Federal
José Ruiz Talhari Júnior (31/01/2014 11:27:42) financiamento é esperança de banqueiro, é assim que eles ganham dinheiro.. seja como for, os atuais financiamentos são de pessoas que compraram os imóveis a 2, 3 anos atrás..
(31/01/2014 13:37:47) Quem manda na CEF? É a Dilma/PT pessoal. Vocês acham que em ano de eleição e com o agravamento da situação econômica a CEF viria ao mercado falar em bolha? Acordem que ainda vem muita mentira do governo por aí.
Pedro Benevides (31/01/2014 16:26:17) Gregor Barros - se a CEF detém mais de 70% do crédito imobiliário e o crédito imobiliário x PIB está em 8,22% segundo recente divulgação do BACEN, isto significa que a CEF detém crédito imobiliário num montante de mais de 5,75% do PIB. Um número espantoso para o Brasil. E nada bom em termos de mitigação de riscos. A CEF trabalha alavancada acima de 25x. Se a inadimplência da carteira total de crédito dela encostar em 4%, 100% de seu patrimônio estará comprometido.
Pedro Benevides (31/01/2014 16:28:48) Muita qualidade mesmo uma instituição deter sozinha mais de 70% da carteira de crédito da nação rsrs A CEF está com 5,75% do PIB em crédito imobiliário. Junta com o BB e teremos que a carteira de crédito em poder do Estado é de 6% do PIB brasileiro. Uma inadimplência forte como a que teremos dentro de alguns anos irá causar um enorme rombo nas contas públicas e provocará uma escalada da inflação (mais ainda). Qualidade? Onde? Passa longe do Brasil.
Pedro Benevides (31/01/2014 16:29:27) Precisa, pois isso em nada anula a existência de uma bolha imobiliária aqui.
Pedro Benevides (31/01/2014 16:32:05) Então, levando em conta que o retorno de um imóvel gira em torno de 0,4%am, percebe-se que haverá um forte ajuste nos preços dos imóveis, já que a poupança basicona vem rendendo 0,6%am e o TD LFT2017 rendendo 0,72%am. Sob a sua análise de retorno, não faz o menor sentido um investimento imobiliário, já que consegue-se coisa muito melhor e com mais liquidez no mercado financeiro mesmo.
Roberto Barros (31/01/2014 17:32:25) Um empreendimento que será entregue este ano tem fila de compradores para 3 quartos ( América Clube Residencial)
Celio Afonso (01/02/2014 09:53:27) CEF c/ inadimplencia de 20% no MCMV faixa 1, teve rating rebaixado por Moody's em 2013, tem mais de 70% do crédito concedido no pais e este em relação ao Capital Social dela equivale a algumas vezes a média brasileira (ALTO risco). Se juntar c/ BB, fazem mesmo papel que Fanny Mae e Freddie Mac no subprime americano, concentram de forma elevada o volume de empréstimos SEM adequada medição de risco, p/ fins eleitorais, podendo estender o absurdo de inadimplencia do MCMV para outros empréstimos no futuro. www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil www.bolhaimobiliaria.com www.estamosricos.com.br
Celio Afonso (01/02/2014 10:01:11) Bolha Imobiliaria Brasil: vendas FALSAS na planta (mínimo 20% até mais de 60% das vendas brutas são CANCELADAS na entrega dos imóveis) + MCMV faixa 1 c/ 20% de inadimplencia + MEGA especulação + DESINFORMAÇÃO = ILUSÃO de super-demanda + crescimento ARTIFICIAL de preços ANUNCIADOS + SUPER-ESTOQUES + QUEDAS elevadas no preço REAL em várias cidades. INFOGRAFICOS que explicam de forma amigável: www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil. Atualizações e análises diárias: www.bolhaimobiliaria.com. Comparação de preços com outros países: www.estamosricos.com.br
Celio Afonso (01/02/2014 10:11:56) Brasília: lançamentos caíram 50% em unidades e 35,5% em preços em 2013, comparado a 2012 e mesmo assim terminaram ano com SUPER-ESTOQUE 30% maior que 2 anos atrás, devido a recorde de DISTRATOS de quem viu imóvel ser vendido por construtora, mais barato que na planta. Queda de preço em 1 ano que demorou anos para ocorrer na explosão da bolha imobiliaria espanhola. Para entender mecanismos e evidencias de nossa bolha: www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil. Veja ainda: www.bolhaimobiliaria.com e www.estamosricos.com.br
Celio Afonso (01/02/2014 10:20:59) Salvador: SUPER-ESTOQUE de imóveis sem vender equivalente a 25 meses de vendas praticamente paralisou construção civil e fez que DESEMPREGO total da cidade subisse de 6,4% em Ago/12 para 9,4% em Ago/13 (quase 50%!!!), se tornando o maior do Brasil e 77% acima da média nacional!!! Recorde de imóveis sem vender em virtude de total incompatibilidade entre preço e renda levando a crescimento absurdo de desemprego, que por sua vez, leva ao círculo vicioso típico de uma bolha imobiliaria, reduzindo ainda mais as vendas de imóveis. Para entender c/ INFOGRAFICOS de forma amigavel, leia: www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil. Veja também: www.bolhaimobiliaria.com e www.estamosricos.com.br
Celio Afonso (01/02/2014 10:26:56) SJC: queda de 25% nos preços de imóveis novos entregues, investidores entram em desespero e colocam imóveis para alugar, gerando aumento de 300% na OFERTA de imóveis para alugar!!! www.defendaseudinheiro.com.br-desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil
Celio Afonso (01/02/2014 10:30:59) Curitiba: "descontos" de 30% em Fev/13 que subiram para 35% em Nov/13 e mesmo assim ficaram com SUPER-ESTOQUE equivalente a 23 meses INTOCADO. OFERTA de imóveis comerciais em Curitiba aumentou 600% em 1 ano!!! www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil
Celio Afonso (01/02/2014 10:40:12) São Paulo com SUPER-OFERTA de imóveis de 3 e 4 dormitórios na somatória de novos e usados, que equivale a mais de 4 anos de vendas!!! TRIPLICARAM o recorde de 10 anos de lançamentos e vendas de 1 dormitório no 1S13 em São Paulo para fugirem desta super-oferta de 3 e 4 dormitórios, mas 80% das vendas foram p/ investidores que esperam alugar após entrega do imóvel recebendo renda mensal de 0,60% ao mês. Problemas: super-oferta já fez com que preço de 1 dormitório usado no 1S13 tivesse queda de 23% (pesquisa CRECI), na entrega dos imóveis, a OFERTA de aluguel irá triplicar, hoje o rendimento do aluguel em São Paulo é de 0,46% ao mês, inferior a qualquer aplicação financeira e juros não param de subir... www.defendaseudinheiro.com.br/desmascarando-a-bolha-imobiliaria-no-brasil.
Débora Dalborgo (01/02/2014 11:39:36) Construir 50m2 custa 40k e com acabamento, se pedem 300, 400, 500k em um apartamento padrão é porque a maior parte está indo pro ralo. Em um pais com terra sobrando, sem infraestrutura, sem transporte, sem educação, sem saúde e extremamente corrupto é apenas por um motivo que os imóveis estão neste preço (por enquanto). O governo hipócrita enfiou muito dinheiro no sistema para o consumo ao invés de investir em reformas e infraestrutura para o pais se desenvolver (é como um pai que ao invés de por seu filho para estudar para ele se desenvolver, pega e dá uma mesada e deixa ele gastar sem ter que estudar, esperando que tudo vai dar certo - vai dar mesada pro resto da vida?) e isso graças aos bilhões de dólares despejados no mercado pelos Estados Unidos. Agora que a liquidez tá acabando, vai ter que subir juros, segurar o crédito, o dólar vai subir a inflação vai aumentar, vai gerar desemprego e a conta tá chegando.... vai acontecer igual nos USA, na Espanha, no Japão, só que aqui vai ser pior, porque o povo tá muito despreparado. Ah, mas aqui estamos 300% preparados, só se for pro naufrágio né.
Jurandir Junior (01/02/2014 17:04:54) Perfeito Marcel, é isso aí. A presença dos bancos públicos aumentou a competição e reduziu os juros. Sucesso total para um país com tanta demanda reprimida para classe média
Jurandir Junior (01/02/2014 17:10:13) Verdade, e foi os EUA que quebraram o sistema imobiliário e não o Brasil
Jurandir Junior (01/02/2014 17:12:14) Concordo, o preço deve se estabilizar ou recuar um pouco. O Brasil tem renda e emprego estavel, o resto é chororo.
Pedro Benevides (02/02/2014 13:55:39) Jurandir Junior Tem certeza de que você é analista de finanças????
Vanessa Souza (03/02/2014 00:02:46) O cara não precisava nem ser vencedor do prêmio Nobel de Economia, que ainda sim, já teria mais crédito que o diretor de habitação da Caixa.
Vanderlito Melo (04/02/2014 18:11:32) Celio Afonso. tua análise tem algum fundamento, no entanto, no subprime do Tio Sam, o que pegou prá valer, foram as várias hipotecas sobre um mesmo imóvel, e essas hipotecas viraram um derivativo financeiro nocivo ao mercado, o que não é o caso do Brasil. O sistema financeiro do Brasil é bem diferente do norte americano, além de ser mais sólido. Nos EUA, o Obama teve que injetar mais de 100 bilhões de dólares para não haver mais quebras. Aqui, há um xerife que monitora tudo - Banco Central, lá, fica meio às cegas, porque quase todo o sistema é privado. O que está pegando no Brasil, são os preços exorbitantes dos imóveis, isso sim, penso que é um risco iminente de inadimplência. Nossa renda média é de apenas 25% da do povo norte americano. Afora isso, não deixa tua baixa estima ti dominar, como ocorre com tanta gente que só pensa que tudo pode dar errado no Brasil. Lembra-ti do famoso "complexo do vira-latas" do jornalista Nelson Rodrigues. Abraços.
Pedro Benevides (04/02/2014 21:24:57) Vanderlito Melo Nossa bolha é de preços, não de crédito imobiliário.
Anderson Rentes (07/02/2014 15:02:22) Galera faz consorcio.... pois ele mudou no Brasil e podemos usar o FGTS para forçar a contemplação.... de uma olhada www.clienteprime.com
Pedro Itiro Arai (12/02/2014 07:50:23) O estouro da bolha é inevitável, porém eu acho que não seria bem um estouro, e sim um esvaziamento controlado. Preços estabilizando e baixando lentamente. Os valores dos imóveis estão totalmente fora da realidade, em função da facilidade de crédito. Será que, com uma pequena recessão, todos vão conseguir continuar pagando o financiamento?