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Após más notícias com pesquisas, Alckmin tenta acalmar aliados em São Paulo

Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada na última segunda-feira, o tucano oscilou da banda de 8,6% e 8,7% para a faixa entre 5,3% e 8,1% das intenções de voto, dependendo do cenário considerado

Geraldo Alckmin
(Alexandre Carvalho/ A2img)

SÃO PAULO - Em meio a dificuldades em crescer nas pesquisas e confirmar o posto de candidatura mais viável na centro-direita, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) intensificou reuniões fechadas com colaboradores e dirigentes partidários nos últimos dias. Conforme conta reportagem do jornal Valor Econômico, o movimento do presidenciável tucano representou uma tentativa de conter um princípio de crise em sua pré-campanha.

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Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada na última segunda-feira, o tucano oscilou da banda de 8,6% e 8,7% para a faixa entre 5,3% e 8,1% das intenções de voto, dependendo do cenário considerado. Já a rejeição ao pré-candidato do PSDB cresceu cinco pontos percentuais, para 55,9%. Nas simulações de segundo turno, Alckmin seria derrotado pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-senadora Marina Silva (Rede)

O resultado preocupou figuras próximas à campanha de Alckmin. "Geraldo não está entendendo por que isso está acontecendo. O povo está sendo duro. Ele fez uma boa gestão em São Paulo e não atrasou salários", afirmou o deputado estadual Pedro Tobias, presidente do PSDB paulista, conforme pontuou a reportagem.

Na reunião, Alckmin, porém, procurou acalmar os ânimos, alegando que o cenário deve permanecer indefinido até as convenções partidárias. O tucano tem sofrido resistências em sua estratégia de investir em viagens para Brasília, encontros internos de articulação política, e para outras regiões do país, como o Norte e Nordeste. Para aliados, Alckmin deveria concentrar esforços em regiões em que o PSDB costuma ter boa pontuação.

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