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Depois da forte alta, quais são os próximos passos para o Ibovespa no curto prazo?

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SÃO PAULO, 19 de abril de 2018 (quinta-feira)

No InfoTrade de hoje, destaque para o Ibovespa, que depois da forte alta nos últimos dois dias, deve ter dificuldades para superar 86 mil pontos e sofrer uma correção. No "Gráfico do Dia", atenção para as ações da Magazine Luiza (MGLU3), que abrem caminho para um importante suporte e uma reação positiva será uma boa oportunidade de entrada.

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Confira a análise:

Ibovespa

+2,01% 85.776
Resistências: 85.710 / 86.147 / 87.110

Suportes: 84.590 / 84.100 / 82.826

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Com volume acima da média, o índice superou a banda superior do canal de baixa de curtíssimo prazo e esbarrou justamente na máxima da congestão acompanhada desde março entre 86.147 e 82.826 pontos. Porém, como vem sendo visto desde o mês passado, o mercado está respeitando a congestão e fica a expectativa por uma correção até 84.100 pontos nos próximos dias, para assim tomar uma importante decisão. Confirmando fundo sobre o patamar, um pivô de alta será arquitetado e uma oportunidade de compra aberta, tomando fôlego para romper a faixa de 86 mil pontos e indo buscar o topo intermediário em 87.110 pontos. Vale lembrar que a perda de 82.826 pontos irá anular todo este cenário positivo.
Dólar Futuro

-0,85% 3.383
Resistências: 3.406 / 3.425 / 3.442

Suportes: 3.370 / 3.352 / 3.333

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Confirmando a sinalização de queda após o Topo Duplo firmado em 3.442 pontos, a moeda praticamente atingiu seu objetivo em 3.370 pontos, por onde passa a média móvel de 21 dias, e por lá já encontrou maior pressão de compra, sugerindo a retomada da tendência de alta de curtíssimo prazo nos próximos e o teste novamente do topo cravado neste mês. Como vem sendo dito, o cenário positivo somente será anulado com a perda do último topo rompido em 3.353 pontos, probabilidade pequena em vista do momentum gráfico atual.
Petrobras (PETR4)

+3,66% R$21,80
Resistências: R$21,94 / R$22,20 / R$22,63

Suportes: R$21,31 / R$21,08 / R$20,53

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Com volume acima da média e gap de alta em R$ 21,31, a estatal encerrou o pregão testando justamente a LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curtíssimo prazo que liga os últimos topos e agora fica a expectativa por uma correção neste pregão, mas o viés de alta gerado somente será anulado com a perda da faixa de R$ 21,00. Seguindo acima do patamar e posteriormente superando R$ 21,94, o caminho estará aberto para o topo do ano cravado em R$ 22,63.

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O analista responsável é Rafael Ribeiro (CNPI-T EM-946), com supervisão de Thiago Salomão (CNPI-P EM-1399).

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