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Rumo dispara 6% com alerta do Credit Suisse e BofA; Burger King cai em dia de estreia na Bolsa

Confira os principais destaques da Bolsa desta segunda-feira

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(divulgação)

SÃO PAULO - O Ibovespa subiu pelo segundo pregão seguido nesta segunda-feira (18), com o mercado "deixando de lado" as preocupações com a possibilidade de rebaixamento do rating do Brasil após adiamento da reforma da Previdência e seguindo o humor mais positivo do cenário externo, em meio aos avanços da reforma tributária nos Estados Unidos e a alta das commodities. O dia, por aqui, também foi marcado pelo vencimento das opções sobre ações.

Em meio a esse cenário, o índice fechou em alta de 0,70%, a 73.116 pontos, depois de ter subido 1,25%, a 73.518 pontos, na máxima do dia. Entre as maiores altas, os papéis da Rumo saltaram 5% após o Credit Suisse e Bank of America Merrill Lynch apontarem para queda exagerada do papel desde a metade de novembro e indicarem oportunidade de compra. Os papéis da Vale também subiram forte hoje, puxados pelo minério, assim como as ações de peso da Petrobras e bancos

Confira abaixo os principais destaques da ações deste pregão:

Nova carteira do Ibovespa
A segunda prévia da Carteira do Ibovespa que vigorará entre janeiro e abril de 2018 foi divulgada na manhã desta segunda com algumas novidades.  Enquanto Fleury (FLRY3, R$ 27,75, +0,29%), Iguatemi (IGTA3, R$ 38,03, +0,08%) e Magazine (MGLU3, R$ 68,80, -0,88%) seguem na prévia da carteira, Via Varejo (VVAR11, R$ 23,62, +3,09%) e Sanepar (SAPR11. R$ 57,84, +1,47%) entraram nesta segunda prévia, a Marfrig (MRFG3, R$ 6,73, -0,30%) foi excluída. 

Assim, de 59 papéis, caso essas alterações sejam confirmadas, o índice contaria a partir do ano que vem com 63 ações. Uma terceira versão será apresentada no último pregão do período de vigência da carteira.

As maiores participações no índice são de Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 41,16, +0,17%), com 10,561%, Vale (VALE3, R$ 37,84, +2,58%), com 9,647% e Bradesco PN (BBDC4, R$ 32,91, +0,80%), com 7,957%.  

Burger King (BKBR3, R$ 17,65, -1,9%)
As ações do Burger King caíram em pregão de estreia na B3. A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Burger King Brasil movimentou R$ 2,2 bilhões na última quinta-feira, com a ação saindo a R$ 18, no topo da faixa indicativa de preço. A demanda superou em quatro vezes a oferta, apurou o Broadcast. Contou favoravelmente para a elevada demanda a entrada de alguns fundos, nacionais e de fora, com exposição relevante, o que ajudou a ancorar a oferta. 

A oferta do BKB foi a única de 2017 que saiu no topo da faixa indicativa do preço que constava em seu prospecto, de R$ 14,50 a R$ 18.  Na Bolsa brasileira, o único representante do setor listado é a International Meal Company (IMC), dona das redes do Frango Assado e do Viena. A rede fez há pouco mais de um mês uma oferta secundária de ações, com esforços restritos, que movimentou R$ 444 milhões.

Rumo (RAIL3, R$ 12,01, +6,00%)
As ações da Rumo dispararam nesta sessão, liderando os ganhos do Ibovespa, após o Credit Suisse e Bank of America Merrill Lynch alertarem para queda exagerada de 15% dos papéis desde a metade de novembro e indicarem oportunidade de compra. O movimento, comentam os analistas, ocorreu após um relatório recente da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) de 468 páginas sobre a Malha Paulista ter criado uma preocupação excessiva entre investidores. 

Os analistas do Credit Suisse argumentam que o texto da ANTT não trouxe grandes novidades, uma vez que a necessidade de resolver os passivos e disputas judiciais para a aprovação da Malha Paulista já era sabido. Eles lembram ainda que a disputa judicial da concessão representa R$ 1,5 bilhão do total de R$ 2,9 bilhões dos passivos da empresa no balanco do 3° trimestre de 2017. Isto é, em um cenário pessimista, a empresa teria que desistir dessa briga (de R$ 1,5 bilhão) para acelerar o processo de renovação. No entanto, a queda recente dos papéis destruiu mais de R$ 2,4 bilhões em valor de mercado da Rumo, uma reação exagerada em mais de R$ 900 milhões (pelo menos), na visão dos analistas. 

Na Bolsa, as ações da Rumo convergiram com a leitura positiva dos relatórios e registraram na máxima do dia alta de 5,91%, a R$ 12,00.

Eletrobras (ELET3, R$ 17,72, +0,62%; ELET6, R$ 20,44, +0,64%)
Em fato relevante publicado na madrugada desta segunda-feira, 18, a Eletrobras, afirma que os desinvestimentos previstos pela empresa incluem um total de 77 Sociedades de Propósito Específico (SPEs) e seis outorgas corporativas, que totalizam cerca de R$ 4,6 bilhões, em valor contábil na data base de 30 de junho de 2017.

Em seu Plano Diretor de Negócios e Gestão para o quinquênio 2018-2022, a estatal diz que os desinvestimentos ajudarão a reduzir o endividamento da empresa, “através do pagamento de dívidas com o valor obtido com a venda das participações acionárias e ativos corporativos”.

Os desinvestimentos estão previstos no segundo pilar a ser seguido pela Eletrobras, que é a Disciplina Financeira. O Plano Diretor de Negócios da empresa possui cinco pilares estratégicos.

A estatal ainda informou que seu Plano Diretor de Negócios e Gestão para o quinquênio 2018-2022 possui, agora, cinco pilares estratégicos. Destes, três já constavam do Plano 2017-2021: Governança e Conformidade, Disciplina Financeira e Excelência Operacional. Os dois novos são: Valorização de Pessoas e Atuação Sustentável. Segundo a estatal, “em face do Programa de Aposentadoria Extraordinária (PAE), com o consequente desligamento de empregados em 2017 e do início da implantação do Centro de Serviços Compartilhado e do Sistema de Gestão Integrado (ERP) único, a Companhia entende como relevante a priorização de projetos relacionados à gestão de pessoas, o que resultou na inclusão do quarto pilar”.

Em relação à Atuação Sustentável, a empresa diz que “em consonância com as diretrizes estratégicas de atuação estabelecidas no Plano Estratégico (PE) 2015-2030 e do alinhamento pretendido com a Agenda 2030 lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU), adotada pelo governo brasileiro, a Companhia criou o quinto pilar, que deverá abrigar os projetos relacionados ao tema sustentabilidade”.

Cada pilar está associado a um conjunto de iniciativas que, de acordo com a Eletrobras, permitirão o alcance destas metas. O primeiro pilar, Governança e Conformidade, inclui quatro iniciativas: Consolidação Programa Eletrobras 5 Dimensões; Melhoria Contínua do Ambiente de Controles Internos; Implementar ações para Listagem em Índices e obtenção de selos de Governança Corporativa; e Preparação para Democratização de Capital da Eletrobras holding.

Esta última iniciativa se dá devido à intenção, já anunciada pelo governo, de vender uma fatia da Eletrobras, pulverizando seu capital. No documento, a Eletrobras explica que o Ministério de Minas e Energia propôs ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), a desestatização da empresa. “De acordo com a recomendação do MME, a democratização do capital da Eletrobras deverá ocorrer, principalmente, por meio de aumento de capital por subscrição pública de ações ordinárias, sem que o governo federal (direta ou indiretamente por meio de empresa por ele controlada) subscreva novas ações nesse processo, diluindo sua participação acionária”.

A Eletrobras lembra que a efetivação da operação depende de autorizações governamentais, legislativas e regulatórias, assim como avaliação e confirmação do modelo a ser adotado e “observância aos procedimentos específicos, previstos na legislação aplicável, incluindo as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Securities and Exchange Commission (SEC), Nyse, B3 e Latibex (Bolsa de Madri)”.

 
Como benefícios desse iniciativa, a companhia enumera: aumento da receita das empresas Eletrobras, em decorrência da possível mudança do atual regime de comercialização de energia elétrica de cotas, instituído pela Lei 12.783/2013 quando da prorrogação de concessões de geração de energia elétrica; possibilidade de novos investimentos devido ao aumento da receita e capital do novo sócio; e aumento no volume de investimento para recuperação do Rio São Francisco.

O segundo pilar, a Disciplina Financeira, possui nove iniciativas e inclui a privatização das distribuidoras; a venda de imóveis administrativos; a venda de participações em SPEs, a reestruturação societária (Eletrosul + CGTEE) e desverticalização da Amazonas Distribuidora de Energia; entre outros.

O terceiro pilar, a Excelência Operacional, tem oito iniciativas associadas, com destaque para reestruturação organizacional; redução de custos de pessoal; estratégia regulatória para Geração e Transmissão; plano de retomada das obras da Usina Nuclear de Angra 3, entre outros. 

A nova estratégia “Ação Sustentável” possui quatro iniciativas associadas: compromisso com a Agenda 2030, definida pela ONU; prospectar oportunidades via green bond, captação feita para viabilizar projetos de energia renovável; metodologia para medir resultado de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; e implementação do Relato Integrado, para atender aos requisitos de boas práticas de Governança Corporativa recomendadas pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) que incluem os seguintes requisitos fundamentais: transparência, prestação de contas, equidade e compliance.

O pilar “Valorização das Pessoas” inclui três iniciativas: dimensionamento qualitativo e quantitativo de pessoal; aperfeiçoamento do Sistema de Gestão de Desempenho; e Banco de Talentos e Oportunidades.

A Eletrobras ainda informou que prevê investimentos de R$ 19,8 bilhão entre 2018-2022.

Petrobras (PETR3, R$ 15,84, +1,80%; PETR4, R$ 15,22, +1,81%)
Descoladas dos preços do petróleo, as ações da Petrobras subiram com a notícia de que a petrolífera norueguesa Statoil fechou um acordo com a estatal brasileira para comprar uma participação de 25% no campo de Roncador, na Bacia de Campos. A aquisição quase triplicará a produção da Statoil no Brasil, informou a empresa em comunicado. A Statoil irá inicialmente desembolsar US$ 2,35 bilhões pela fatia e estará sujeita a pagamentos contingentes de até US$ 550 milhões.

“Essa transação acrescenta produção de longo prazo concreta e atrativa ao nosso portfólio internacional, fortalecendo ainda mais a posição do Brasil como área fundamental para a Statoil”, afirmou Eldar Sætre, presidente e executivo-chefe da Statoil, no comunicado. “Estamos também satisfeitos de avançar nossa parceria estratégica com a Petrobras, ao expandir nossa colaboração técnica, compartilhando tecnologia, competência e experiência para aumentar a recuperação de petróleo e gás”, acrescentou.

Segundo o comunicado, Roncador é hoje o terceiro maior campo em operação do portfólio da Petrobras, com cerca de 10 bilhões de barris de óleo equivalente (BoE) e expectativa de volumes recuperáveis de mais de 1 bilhão de BOE.

O plano é aumentar o fator de recuperação em pelo menos 5 pontos porcentuais, ampliando o total de volumes recuperáveis restantes para mais de 1,5 milhão de BoE, detalhou a Statoil. Roncador está em operação desde 1999 e, em novembro, produziu cerca de 240 mil barris de petróleo por dia e 40 mil BoE por dia de gás associado. O acordo impulsiona a produção da Statoil no Brasil em torno de 175%, de 40 mil para 100 mil BoE por dia.

A Petrobras ainda informou  que sua produção total de petróleo e gás natural, em novembro, foi de 2,72 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), queda de 1,8% ante os 2,77 milhões de boed anotados em outubro. Do total produzido no mês passado, 2,62 milhões de boed foram no Brasil e 99 mil boed no exterior. A produção média de petróleo no País foi de 2,13 milhões de barris por dia (bpd), volume 1,5% inferior ao de outubro. 

Além disso, a Petrobras informou que vai encaminhar à B3 um pedido formal para solicitar a sua adesão ao segmento especial de listagem Nível 2 de Governança Corporativa.

Ainda no radar, a companhia elevou o preço da gasolina em 0,4% e cortou o preço do diesel em 0,7%, com preços válidos a partir de terça-feira (19). 

Sobre os preços do petróleo, os contratos futuros do Brent registravam alta de 0,21%, a US$ 63,36 o barril, enquanto os contratos do WTI caíram 0,24%, a US$ 57,15 o barril. 

Vale (VALE3, R$ 37,84, +2,58%)
As ações da Vale subiram forte em dia de disparada do minério de ferro. Os contratos futuros da commodity negociados na bolsa chinesa de Dalian saltaram 7,09%, a 536 iuanes, nas últimas 24 horas. 

Já os papéis da Bradespar (BRAP4, R$ 27,45, +1,14%) - holding que detém participação na Vale - tiveram um desempenho mais ameno, enquanto as siderúrgicas, com Gerdau (GGBR4, R$ 11,98, -0,66%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 5,54, -3,32%), CSN (CSNA3, R$ 7,51, -3,35%) e Usiminas (USIM5, R$ 8,54, -1,50%) fecharam em queda. 

Engie (ENGI11, R$ 25,97, 0,0%)
A Engie Energia, antiga Tractebel, arrematou o lote 1 do leilão de transmissão realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na última sexta-feira, onde foram colocados à venda 11 lotes, totalizando 4,919 KM de linhas de transmissão e 14 subestações. O total de investimentos contratados permitidos foram de R$ 8,7 bilhões.

Segundo o BTG Pactual, o resultado do leilão foi uma vitória para o governo, já que apresentou interesse de diversos players e todos os blocos receberam ofertas. A única empresa do universo de cobertura do banco - a Engie -, que ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 231,725 milhões, deságio de 34,8% em relação à receita máxima determinada pela Aneel, de R$ 355,407 milhões - dando um TIR (Taxa Interna de Retorno) estimada de 5,2%. "A companhia possui um histórico sólido de disciplina de capital, portanto, acreditamos que podem ter uma visão diferente de algumas variáveis, especialmente capex que, se menor, geraria retornos acima do que calculamos", comentaram os analistas do banco.

EzTec (EZTC3, R$ 21,60, +3,60%)
O "block trade" de ações da EzTec movimentou R$ 132,9 milhões na última sexta-feira, com a negociação de 6,37 milhões de ações ordinárias a R$ 20,85 cada, disse a B3 em comunicado por email. O objetivo anunciado em 14 de dezembro era a venda de 5,63 milhões de ações. A intermediação foi do JPMorgan CCVM. 

Cyrela (CYRE3, R$ 12,69, +0,70%)
Na Cyrela, o fundador da companhia Elie Horn e Rogerio Jonas Zylbersztajn concordam em desvincular 50% das ações ordinárias de Zylbersztajn na empresa e vinculadas a um acordo de acionista celebrado em maio de 2006, informou a empresa em comunicado. Após a desvinculação, a participação da Zylbersztajn na empresa poderá ser negociada livremente. Horn e Zylbersztajn são o presidente e o vice-presidente da Cyrela, respectivamente. 

Embora não dê para assumir que essas ações serão vendidas em breve, a notícia parece ser neutra, comenta o Itaú BBA, citando: 1) a pressão vendedora proveniente dessa operação seria pequena, representando aproximadamente 1,5 vez dia de negociação (comparando com a média diária movimentada com o papel nos últimos 30 dias); e 2) os analistas não veem nenhuma mudança de gestão potencial à frente, com Zylbersztajn devendo permanecer como vice-presidente da empresa.

Com isso, eles mantêm recomendação neutra para o papel, com valor justo estimado para 2018 em R$ 13,50.

Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 41,08, -0,02%)
O Itaú Unibanco deliberou pelo cancelamento das 31.793.105 ações ordinárias adquiridas por meio de leilão em 14 de dezembro tão logo a companhia detenha sua titularidade, sem redução do valor do capital social. Essas ações foram adquiridas através de um programa de recompra. A companhia aprovou um novo programa de recompra a partir de 20 de dezembro, através da recompra de até 28,6 milhões de ações ordinárias e 50 milhões de ações preferenciais até 19 de junho de 2019. 

Localiza (RENT3, R$ 21,32, +0,95%)
A ação da Localiza foi elevada de neutra para compra pelo UBS, que elevou o preço-alvo de R$ 21,30 para R$ 25,40, implicando um potencial de alta de 20% em relação ao último fechamento. 

Kroton (KROT3, R$ 17,50, +1,45%)
A Kroton teve a sua recomendação elevada a ’outperform’ pelo Bradesco BBI, com preço-alvo de R$ 23.

MMX Mineração (MMXM3, R$ 2,85, +0,35%)
O Conselho de Administração da MMX nomeou Pedro Borba como presidente, substituindo Ricardo Guimarães.

Oi (OIBR3, R$ 3,55, -5,33%; OIBR4, R$ 3,24, -4,71%)
Segundo o jornal Valor Econômico, na véspera da assembleia geral de credores da Oi, prevista para amanhã, às 11h, os esforços do fim de semana apontavam que depois de muitas disputas a maior recuperação judicial já feita no Brasil pode registrar aprovação de 85% em valor e de mais de 50% em quantidade de credores - que somam nada menos que 55 mil. O maior risco para o sucesso era o governo, o que faz desta segunda-feira um dia de definições.

Já a Reuters informou na sexta-feira que o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, afirmou que a atual posição da agência é orientar seu representante na assembleia de credores da Oi a votar contra a nova versão do plano de recuperação apresentado pela operadora.

Por fim, a companhia apresentou geração de caixa operacional líquida negativa em R$ 238 milhões em outubro, segundo relatório mensal apresentado à Justiça pelo administrador judicial da Oi. O saldo final do caixa financeiro caiu para R$ 7,32 bi, uma queda de 2,7% em relação ao mês anterior. Os recebimentos aumentaram 8%, para R$ 2,89 bilhões, enquanto os investimentos totalizaram R$ 410 milhões no mês, aumento de 41%.

(Com Agência Estado)

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