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Vale sobe 2% e Klabin cai 4% com rumor sobre mudança de CEO; 3 ações sobem até 9% com recomendações

Confira os principais destaques de ações da Bovespa desta segunda-feira

Vale
(Bloomberg)

SÃO PAULO - O Ibovespa ganhou força na tarde desta segunda-feira (27), se descolando do cenário ruim no exterior, puxado pelas ações da Petrobras e Vale. A mineradora, que chegou a cair mais de 5% na mínima do dia, virou para alta, após rumor apontar que Fábio Schvartsman, atual presidente da Klain, será o novo CEO da empresa. Na contramão, as ações da Klabin desabaram após a notícia. 

As ações da Petrobras também ganharam força nesta tarde, após caírem até 3% mais cedo, com a informação de que os acionistas da empresa aprovaram a proposta de venda da Suape e Citepe. Por conta disso, os papéis se afastaram das cotações do petróleo, que tiveram um dia negativo no exterior.  

Destaque hoje também para a disparada de 3 ações após recomendações: Usiminas saltou 9%, com "compra" do Citi; enquanto Smiles e Multiplus subiram até 6%, com revisão para cima do Morgan Stanley. Do lado negativo, BR Malls caiu 2%, após ser rebaixada pelo Credit Suisse.  

Confira os principais destaques de ações da Bovespa nesta sessão:

Vale (VALE3, R$ 26,39, +1,34%; VALE5, R$ 27,97, +2,49%)
As ações da Vale viram para alta nesta tarde, com a notícia de que a mineradora escolheu o nome de Fábio Schvartsman como novo CEO. A informação foi veicula pela coluna de Sônia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo, e pelo Valor Econômico. Murilo Ferreira deixa a presidência da mineradora no dia 26 de maio. 

Schvartsman é atualmente CEO da Klabin (KLBN11, R$ 13,83, -2,95%), que caiu até 4,98% após a notícia. Por outro lado, as as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 21,37, +1,62%) - holding que detém participação na Vale - viraram para alta.

O analista da XP Investimentos Marco Saravalle aponta que é necessário aguardar confirmação, mas que a notícia é bem vista para a Vale pelo fato de Schvartsman ter feito um bom trabalho na Klabin, com ganhos de margens independente do cenário para papel e celulose e que possui um mérito muito grande nos últimos três anos através do projeto Puma. Além disso, afasta também o risco de influência política na companhia. 

Mais cedo, as ações ONs da Vale caíram 6%, enquanto as PNs afundaram 4,87%. O movimento negativo ocorreu na esteira da queda do minério de ferro nesta sessão. A commodity negociada no porto chinês de Qingdao caiu 4,10%, a US$ 81,57 a tonelada, enquanto os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dailian registraram baixa ainda mais expressiva, de 5,17%, a 550 iuanes.

Siderúrgicas 
As ações das siderúrgicas, que também registravam queda mais cedo, viraram para alta nesta tarde. O principal destaque foi a Usiminas (USIM5, R$ 4,40, +8,64%), que disparou até 8,89%, a R$ 4,41, nesta sessão. As demais Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 5,07, +0,80%) e CSN (CSNA3, R$ 10,19, +4,09%) registraram alta mais amena. A exceção foi a Gerdau (GGBR4, R$ 11,01, -1,26%), que seguiu no negativo. 

No radar, o Citi elevou hoje a recomendação da Usiminas de neutra para compra, dias após a troca de presidência da companhia, com o diretor vice-presidente comercial Sergio Leite assumindo também a presidência, no lugar de Rômel de Souza. 

Petrobras (PETR3, R$ 14,43, +1,83%;PETR4, R$ 13,77, +2,15%)
As ações da Petrobras viraram para alta nesta sessão, de que os acionistas da empresa aprovaram a proposta de venda da Suape e Citepe. Por conta disso, os papéis se afastaram das cotações do petróleo, que tiveram um dia negativo no exterior. Os contratos do petróleo WTI fecharam em queda de 0,5%, a US$ 47,79 o barril. 

Ontem, durante o programa "Estudo de Domingo", que é exibido semanalmente na InfoMoneyTV, o analista técnico André Moraes, da Clear Corretora, comentou sobre uma oportunidade de venda nas ações PNs da estatal. A entrada seria nos R$ 12,89, com alvo nos R$ 10,18, o que daria um potencial de ganho de 26% na operação (veja aqui a análise). 

No radar, a empresa anunciou ao mercado nesta segunda-feira a aprovação do conselho para a recondução de Pedro Parente para um novo mandato na presidência, agora de dois anos. Parente foi eleito em maio de 2016 para continuar a gestão de Aldemir Bendine.

Vale destacar que a companhia realiza Assembleia Geral Extraordinária, Rio de Janeiro,  às 15h. Entre outros assuntos, estão a alienação de 100% das ações detidas pela cia. na Petroquímica Suape e na Citepe para o grupo PetroTemex e Alpek por US$ 385 milhões. 

Frigoríficos 
As ações dos frigoríficos também chamaram hoje, com a notícia de que o Brasil conseguiu reverter as restrições à carne na China, Chile e Egito. Os papéis da BRF BRF (BRFS3, R$ 37,09, +3,60%) fecharam entre as maiores altas do Ibovespa. A JBS (JBSS3, R$ 10,76, -1,74%), por sua vez, não sustentou a alta e caiu. Fora do índice, subiram as ações da Minerva (BEEF3, R$ 10,16, +6,05%) e Marfrig (MRFG3, R$ 6,01, +1,86%). Segundo o Itaú BBA, se Hong Kong seguir a China, o embargo cai a menos de 3%. 

Uma reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira diz que, em meio à crise provocada pela Operação Carne Fraca, a JBS deve decidir nos próximos dias se suspenderá o plano de lançar ações em Nova York da JBS Foods International, que reúne todos os negócios da JBS no exterior. 

No radar de recomendações, a JBS foi rebaixada de overweight para neutra pelo JPMorgan; a Marfrig, elevada de underweight para neutra; e a Minerva, de neutra para overweight.

Ainda sobre a BRF, a companhia convocou para o dia 26 de abril uma assembleia geral ordinária e extraordinária para votar a eleição de uma chapa proposta pelo conselho de administração que mantém o empresário Abilio como presidente.  Ao lado de Abilio, o nome de Francisco Petros Oliveira Lima Papathanasiadis foi indicado para vice-presidência do conselho.  

A companhia ainda criou grupo para reatestar adesão a padrões internacionais. O grupo certificador de qualidade tem assessoramento de profissionais do setor e laboratório de testes de qualidade e segurança, segundo informou a companhia. A empresa também criou comitê especial de resposta, liderado pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan, que também é ex-presidente do conselho da Sadia. A apuração interna está a cargo do comitê de auditoria, disse a BRF, com mandato para conduzir uma investigaçào independente.

BR Malls (BRML3, R$ 14,00, -1,62%)
A BR Malls teve a recomendação rebaixada de outperform (desempenho acima da média do mercado) para neutra pelo Credit Suisse, com preço-alvo de R$ 14,50 por ação. 

De acordo com o Credit, o setor de shopping centers passou por uma forte reclassificação nos últimos meses e teve uma performance de 65% desde o inicio de 2016, principalmente em função do fechamento da curva de juros. "O call agora não parece mais tao óbvio", apontam os analistas. Eles voltaram a cobrir Multiplan (MULT3) com recomendação neutra e  Iguatemi (IGTA3) é o único outperform dentro da cobertura, em grande parte devido a um valuation interessante quando comparado a qualidade do portfólio, apontam os analistas.

Smiles (SMLE3, R$ 60,20, +3,79%) e Multiplus (MPLU3, R$ 35,50, +5,97%)
O Morgan Stanley elevou a recomendação de underweight para overweight para a Smiles com preço-alvo sendo elevado de R$ 40,60 para R$ 71,00. Já a Multiplus foi elevada de equalweight para overweight, enquanto o preço-alvo foi cortado de R$ 43,50 para  R$ 39,10. 

No caso de Smiles, os analistas destacam que a abordagem mais positiva tem como base as perspectivas mais otimistas do ponto de vista da relação entre custo e margens. Segundo eles, havia a possibilidade de as margens da Smiles serem pressionadas por uma eventual elevação nos preços das passagens da Gol, mas, que, atualmente, a rentabilidade da companhia de fidelidade está mais sustentável. 

Sobre a Multiplus, os analistas do banco comentam que os resultados da empresa no segundo semestre do ano passado ficaram abaixo do esperado, mas que, essa decepção já está refletida no atual preço da ação. "Esperamos que o faturamento bruto da Multiplus se recupere em 2017 e 2018", e que a margem bruta melhore em relação ao nível do quarto trimestre de 2015, comentaram.

Papel e celulose 
As ações do Suzano (SUZB5, R$ 12,65, -1,71%) caíram, apesar de duas notícias positivas no radar: reajuste do preço da celulose na Europa e América do Norte (na esteira do anúncio de aumento de preço na China) e a alta do dólar frente ao real nesta sessão. O dólar comercial fechou em alta de 0,68%, a R$ 3,1294 na venda. 

A Suzano anunciou aumento de preços na Europa e América do Norte a partir de 1° de abril. Em resposta a perguntas feitas pela Bloomberg, a companhia disse que a celulose de eucalipto subirá para US$ 780,00 a tonelada na Europa e para US$ 960,00 a tonelada na América do Norte. Conforme o comunicado anterior da empresa, os preços na China sobem para US$ 660,00 a tonelada a partir 1° de abril.  

Sanepar (SAPR4, R$ 9,22, +0,11%)
 A "novela mexicana" envolvendo a Sanepar na Bovespa entrou em sua reta final na última sexta-feira (24), quando foi realizada a tão esperada audiência pública no Paraná para que população, acionistas, investidores, políticos e órgãos reguladores pudessem expor seus argumentos sobre qual deve ser o veredicto final sobre o reajuste tarifário a ser implementado para a companhia paranaense de saneamento para os próximos anos. E pelo que o InfoMoney ouviu dos participantes do evento, o resultado foi bem melhor do que o esperado.

"Achei que a audiência foi surpreendentemente positiva, a Sanepar recebeu pouquíssimas críticas, soube se posicionar muito bem principalmente ao usar argumentos técnicos e quase todas as associações presentes apoiaram a empresa", disse um gestor de investimentos que participou da audiência. A audiência, prevista para acontecer das 19h às 21h, durou até quase 22h pelo excesso de participantes. "Tinham muitos investidores, tanto que nem deu tempo de todos falarem", conta o gestor. 

O ponto negativo para o mercado ficou com o discurso do presidente da Agepar, Cezar Silvestri, que veio defender que o diferimento de 8 anos foi uma escolha mais subjetiva do que técnica, pois o Brasil está em crise. Segundo um dos investidores que participou da audiência, esse argumento não é sustentável pois, se você aliviar as contas agora, significa que lá na frente vai ter que cobrar muito mais. "O objetivo de um agente regulador é preocupar-se com o pagamento da população a todo momento. Então se você tá sendo bonzinho agora, no final a conta vai ter que ser mais alta para compensar", argumenta.

Mas no geral, este gestor acredita que o saldo foi bastante positivo para quem aposta numa virada de jogo a favor da Sanepar: no lado da empresa, ele elogiou a apresentação de dados técnicos que mostram quantos reais você economiza com investimentos em saúde para cada um real aplicado em saneamento (algo na faixa de 4 reais economizados para cada 1 real investido), "o que deixa claro a ideia de que 'não existe almoço grátis'". Do lado das associações, 3 das 4 que falaram elogiaram a Sanepar, "o que foi uma surpresa positiva". Do lado dos políticos, dois dos que falaram eram ligados ao ex-governo Roberto Requião (PMDB) e criticaram o reajuste, "o que já era esperado", diz.  "Ainda não tem como fazer uma leitura mas eu estou animado que possa ter uma virada de jogo", concluiu o gestor, que foi para Curitiba apenas para participar da audiência.

Outro participante da audiência, o estrategista-chefe da consultoria Eleven Financial, Adeodato Volpi Netto, disse que a audiência foi muito boa para a Sanepar e espera, no mínimo, uma redução no diferimento de 8 anos - o que já ajudaria a corrigir boa parte da queda dos papéis SAPR4 na Bolsa em março. "Acredito que a precificação atual da Sanepar está muito longe do seu fundamento, e uma alteração que pode vir do resultado da audiência tende a fazer o mercado aproximar muito mais o preço da ação do valor real", afirma Netto. Confira a notícia completa clicando aqui. 

Profarma (PRFM3, R$ 10,63, +4,73%)
No "Visão Técnica" da última sexta-feira, o analista técnico Fernando Goes, da Clear Corretora, recomendou a compra das ações da Proforma, com entrada nos R$ 10,15 e alvo até os R$ 13,00/R$ 13,50, o que daria um potencial de ganho de 33% (clique aqui e veja a análise completa). Na máxima do dia, os papéis da empresa subiram 6,8%, a R$ 10,85. 

B2W (BTOW3, R$ 11,79, -0,80%)
A B2W aprovou em assembleia extraordinária de acionistas no sábado (25), um aumento de capital de R$ 1,21 bilhão, com emissão de 110 milhões de novas ações da companhia de comércio eletrônico. O preço por ação será de R$ 11, com desconto de 14,5% em relação à media ponderada do valor do papel entre 6 de fevereiro e 8 de março deste ano, de forma a "estimular a adesão dos acionistas da companhia ao aumento de capital”. Os acionistas terão o direito de  preferência na subscrição das novas ações emitidas, na proporção de suas participações no capital da B2W em 25 de março. 

CCR (CCRO3, R$ 18,00, +1,01%)
A CCR informou que seu acionista minoritário João Carlos de Magalhães indicou Mailson da Nóbrega para participar de uma eleição em separado - prevista para 11 de abril - ao cargo de membro efetivo do conselho de administração da empresa. Mailson foi, entre 1988 e 1990, ministro da Fazenda e já ocupou por duas vezes o cargo de secretário-geral da pasta.

Atualmente, ele é sócio e diretor da Tendências Consultoria Integrada, empresa de consultoria econômica e política, e é membro do conselho de administração de Grendene, Banco Pine, Rodobens Negócios Imobiliários, Cosan e Fertilizantes Heringer.

Cesp (CESP6, R$ 18,70, +2,30%)
A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) registrou um lucro líquido de R$ 25,562 milhões no quarto trimestre de 2016, revertendo o prejuízo de R$ 360,67 milhões anotado em igual etapa de 2015. No ano, o ganho consolidado da geradora paulista foi de R$ 305,095 milhões, ante prejuízo de R$ 61,357 milhões reportado no ano anterior.

Segundo a companhia, o resultado se deve, entre outros motivos, à redução de despesas, principalmente com energia comprada e encargos setoriais, incluindo o uso do sistema de transmissão, a diminuição de despesas com pessoal, material, serviços de terceiros e outras, a redução em provisões registradas na rubrica outras despesas líquidas (ante provisão ativo contingente de R$ 580,8 milhões das usinas Ilha Solteira e Jupiá, em 2015); e pela valorização do real perante o dólar americano no exercício.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ficou em R$ 37,908 milhões entre outubro e dezembro, somando R$ 585,773 milhões no ano, em relação aos R$ 310,8 milhões negativos reportados nos últimos três meses de 2015 e aos R$ 909,88 milhões reportados no ano anterior. O Ebitda ajustado pela provisão para riscos legais e ativo contingente ficou em R$ 165,38 milhões no quarto trimestre, totalizando R$ 911,678 milhões no ano, o que corresponde a queda de 52,8% e 47,6% na comparação com o anotado nos respectivos períodos do exercício anterior. A margem Ebitda ajustado recuou 1,6 ponto porcentual no trimestre, para 47,9%, e 4,3 p.p. no ano, para 54,6%.

A receita operacional somou R$ 345,4 milhões entre outubro e dezembro, uma redução de 51,2% em relação aos R$ 707,9 milhões do mesmo período do exercício anterior. Em 12 meses, a receita alcançou R$ 1,668 bilhão, baixa de 43,5%.

Conforme destacou a companhia, a redução na receita é reflexo da menor garantia física da companhia em 2016, decorrente do término da concessão, em 7 de julho de 2015, das usinas Ilha Solteira e Jupiá, bem como o término, no segundo semestre de 2016, do período de “operação assistida” destas usinas, no regime de cotas.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 9,64 milhões no quarto trimestre de 2016, ante R$ 533 mil positivos um ano antes. No acumulado em 12 meses, 2016 gerou uma receita financeira líquida de R$ 135,3 milhões, ante R$ 358,7 milhões negativos de 2015. 

De acordo com o BTG Pactual, o balanço foi fraco, impactado principalmente pelo aumento nas provisões. Contudo, os analistas do banco seguem com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 19,00 em meio ao call de privatização. 

Eneva (ENEV3, R$ 14,80, -1,33%)
As ações da Eneva viraram para queda, mas na máxima do dia atingiram alta de 6,87%, estendendo os ganhos da última sexta-feira, quando subiram 12,78%. No radar, o presidente da elétrica Eneva, José Aurélio Drummond Jr., renunciou ao cargo, informou a companhia na sexta-feira, em fato relevante no qual afirmou que a movimentação faz parte de "um plano de sucessão previamente estabelecido".

O executivo será substituído pelo atual diretor de Relações com Investidores da companhia, Pedro Zinner, que acumulará os dois cargos. A mudança será válida a partir de 27 de março.

Via Varejo (VVAR11, R$ 10,30, -0,48%)
Após a queda superior a 8% na sexta-feira em meio a rumores de suspensão de venda da companhia, a Via Varejo informou, em conjunto com o Pão de Açúcar, que o processo de venda continua e não tem prazo para conclusão. 

BTG Pactual (BBTG11, R$ 18,46, +0,33%)
Conforme informa o Valor, André Esteves, maior acionista e ex-controlador da instituição, manteve intacta sua fatia de 30%, contrariando expectativa de parte da equipe, que esperava que uma fração dos papéis retornasse à holding dos sócios para ser redistribuída segundo os preceitos meritocráticos que regem a sociedade. 

Eletrobras (ELET3, R$ 17,99, -5,42%;ELET6, R$ 21,95, -4,52%)
Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, três integrantes do conselho de administração da Eletrobras, inclusive o seu presidente, estão deixando suas cadeiras. Nove meses depois de assumir a presidência do conselho, José Luiz Alquéres cede seu lugar à conselheira Elena Landau. Também estão de saída também Mozart Siqueira e a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi.

CPFL (CPFE3, R$ 25,79, +0,35%)
A CPFL realiza assembleia geral extraordinária para decidir sobre cancelamento de registro no Novo Mercado às 10h. 

MMX Mineração (MMXM3, R$ 4,91, -15,34%)
As ações da MMX Mineração corrigiram parte da euforia da última sexta-feira, quando subiram 26,4%, a R$ 5,80. Na máxima daquele pregão, os papéis atingiram alta de 54,65%. 

O movimento ocorreu após a companhia ter apresentado, junto com sua controlada MMX Corumbá, o seu plano de recuperação judicial à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. 

O giro financeiro no ativo hoje atinge R$ 612 mil na BM&FBovespa, contra média diária de R$ 263 mil dos últimos 21 pregões. 

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