Por que o brasileiro mais rico do mundo expandirá império no Catar?

O fundo B Capital, de Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundo, está entre os seis fundos de venture capital que planejam abrir escritórios em Doha, no Catar.  O país intensifica os esforços para alcançar concorrentes que já atraíram empresas financeiras globais.

A Autoridade de Investimentos do Catar (QIA, na sigla em inglês) investirá no B Capital — criado pelo cofundador do Facebook, Saverin, e pelo ex-investidor da Bain Capital, Raj Ganguly — por meio de seu programa de fundos de fundos, de acordo com um comunicado. 

O veículo de investimentos focado em tecnologia administra mais de US$ 7 bilhões e já financiou startups como a DataRobot, de aprendizado de máquina, a corretora de criptomoedas FalconX e a empresa de software de análise de clientes Pendo.

Nos últimos cinco anos, a QIA aumentou seus investimentos nos EUA, em parte para reequilibrar seu portfólio e reduzir sua exposição à Europa. O fundo investiu em setores como tecnologia e saúde e planeja novos aportes na Ásia e nos EUA, com foco em digitalização e infraestrutura.

Por que o Catar?

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