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Lucro do Santander (SANB11) aumenta 21,9% e chega a R$ 3,48 bi no 1º trimestre

Com tal resultado, a filial brasileira contribuiu com 29% do desempenho de todo o grupo no período, de acordo com dados divulgados pela matriz espanhola nesta manhã na Europa

santander banco
(Shutterstock)

São Paulo, 30/04/2019 - O Santander Brasil (SANB11) apresentou lucro líquido gerencial, que não considera ágio de aquisições, de R$ 3,485 bilhões no primeiro trimestre do ano, cifra 21,9% maior do que no mesmo período do ano passado, de R$ 2,859 bilhões. Ante os três meses anteriores, quando foi de R$ 3,405 bilhões, cresceu 2,3%. 

Com tal resultado, a filial brasileira contribuiu com 29% do desempenho de todo o grupo no período, de acordo com dados divulgados pela matriz espanhola nesta manhã na Europa. Com a nova marca, o Brasil avança como a maior fonte de ganhos para o grupo. Ao longo do ano passado, a fatia de lucro gerada no Brasil para o Santander havia sido de 26%.

O Santander destaca, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, que no primeiro trimestre de 2019 conseguiu manter a recorrência na geração de resultados com “destacada rentabilidade”. “A base de clientes cresce consistentemente, a partir da melhora do atendimento aos nossos clientes, o que nos proporciona ganhos rentáveis de participação de mercado”, enfatiza o banco, no documento.

Ao final de março, a carteira de crédito ampliada do Santander Brasil somava R$ 386,904 bilhões, montante praticamente estável considerando o saldo de dezembro, de R$ 386,736 bilhões. Em um ano, porém, quando os empréstimos somavam R$ 353,920 bilhões, teve alta de 9,3%. O crescimento foi puxado, principalmente, pela pessoa física, com avanço de 20,1% em um ano e de 3,0% no trimestre.

Em contrapartida, o crédito às grandes empresas encolheu 3,6% no primeiro trimestre ante os três meses anteriores e ficou estável no comparativo anual. Na pequena e média empresa, o Santander Brasil viu seus empréstimos crescerem 8,7% e 0,2%, respectivamente.

O Santander Brasil encerrou março com R$ 803,679 bilhões em ativos totais, cifra 11,0% maior em um ano, de R$ 724,348 bilhões. Ante os três meses anteriores teve leve redução de 0,3%.

O patrimônio líquido do banco somou R$ 67,605 bilhões de janeiro a março, crescimento de 10,1% ante o mesmo intervalo de 2018, quando estava em R$ 61,384 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, aumentou 4,7%. A rentabilidade do Santander, medida pelo ROE, ficou em 21,1% no primeiro trimestre, estável ante o trimestre anterior e mantendo o banco como o segundo mais rentável do Brasil. Em um ano, cresceu 2,0 pontos porcentuais.

O resultado do Santander Brasil com ajustes - lucro líquido societário - somou R$ 3,415 bilhões no primeiro trimestre, aumento de 21,1% em um ano, de R$ 2,820 bilhões. Ante os três meses anteriores, de R$ 3,336 bilhões, a alta foi de 2,4%. Dentre as diferenças entre o lucro gerencial e o societário, conforme o banco, está uma despesa de amortização de ágio no valor de R$ 70 milhões.

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