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Rapidinhas da Bovespa: QGEP bate mínima histórica após ser cortada por 2 bancos

Companhia briga para sustentar seus negócios em meio a complicada situação de queda do preço do petróleo, que castiga a geração de caixa da empresa

Petróleo - Bloomberg
(Bloomberg)

14h15: As ações da Queiroz Galvão (QGEP3) chegaram a afundar 9% e atingir sua mínima histórica nesta terça-feira (26). Embora tenha mantido recomendação de compra, o HSBC cortou o preço-alvo das ações da companhia de R$ 10,00 para R$ 6,00. Neste momento, os papéis operam com perdas de 6,67%, a R$ 4,06.

Na semana passada, um relatório do Itaú BBA apontava que a empresa deveria ser a menos afetada pela derrocada dos preços do petróleo, na comparação com as rivais PetroRio e Geopark, mas salientou que o campo Atlanta, que a empresa possui 30% e produção está prevista para começar em meados de 2016, provavalmente não vai gerar caixa.

Durante o fim de semana, a Folha de S. Paulo mostrou os esforços que a companhia tem feito para conseguir sustentar seus negócios com a queda do preço do petróleo. 

Segundo a reportagem, a QGEP e a PetroRio (PRIO3estão chamando fornecedores para renegociar contratos e não descartam postergar investimentos se o barril permanecer no preço atual. Diferente da Petrobras, essas empresas não têm receita com a venda de combustíveis para compensar os baixos ganhos com a produção de petróleo. Segundo avaliação de analistas, elas podem ter seus projetos inviabilizados pela cotação atual.

A Queiroz Galvão tenta não só renegociar contratos, mas também estuda formas de "redução e racionalização" dos custos internos. A ideia é preservar caixa para o investimento no início da produção do campo de Atlanta, na bacia de SantosO fluxo de caixa negativo foi a justificativa dada pela OGpar para suspender as operações em Tubarão Martelo.

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