Fora, Temer?

Ronaldo Caiado “tira o pé” do governo e defende novas eleições

Para líder do Democratas, o mecanismo deveria ser entendido como forma de preservar a democracia brasileira em meio à grave crise pela qual o país passa

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SÃO PAULO – Membro da base aliada do governo Michel Temer, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) defendeu, em sua conta no Twitter a realização de novas eleições presidenciais. Segundo ele, o mecanismo deveria ser entendido como forma de preservar a democracia brasileira em meio à grave crise pela qual o país passa.

A seguir, a transcrição da sequência de postagens do parlamentar:

“Diante de uma crise política de enormes proporções, não podemos ter medo de antecipar o processo eleitoral”

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“É hora de analisar se o Congresso tem condições de legislar e o governo de governar. Sem meio termo”

“O momento é grave. Não podemos continuar nessa crise espasmódica que vem um soluço, uma crise, tem um período de melhora e vem outro soluço”

“A decisão de antecipar as eleições tem a função de preservar a democracia”

“Nessa hora precisamos ter a coragem e humildade de colocar nossos mandatos para avaliação do povo que vai decidir se devemos ser reeleitos”

“Todos os políticos precisam entender que mandato não é propriedade privada”

“E aí, não vou fulanizar a crise política. A crise é muito maior do que isso”

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“Se não houver uma atitutde mais propositiva, corremos sério risco de chegarmos ao quadro de desobediência civil”

“O presidente Temer precisa ter a sensibilidade que a presidente Dilma não teve. Não é provocar as ruas como o PT fez”

“Um governante precisa ter a noção de como está seu governo e se está sendo aceito pela população”

“Para a situação herdada pelo PT não tem tratamento que não seja amargo, mas é preciso ter a credibilidade de dizer isso a sociedade”

“Nesse caso da nova delação divulgada e de toda operação Lava Jato, a justiça precisa ser célere para dar respostas a sociedade”

“Não estou pré-julgando ninguém, mas é uma delação e agentes públicos tem a responsabilidade de prestar contas”

“Diante de uma crise política de enormes proporções, não podemos ter medo de antecipar o processo eleitoral”