RADAR INFOMONEY Privatização de refinarias da Petrobras é julgada pelo STF; entenda o que está em jogo

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Esperança

Presidente do PT pede que militância não entre em desespero e convoca novos atos

Sigla quer levar pessoas às ruas nos dias 5 e 10 de maio contra o impeachment da presidente Dilma

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SÃO PAULO – O presidente do PT, Rui Falcão, pediu para a militância do partido não se desesperar diante do momento adverso que vive por conta do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Falcão anunciou novas mobilizações contra o impedimento, como sequência do ato do último domingo, 1º de maio, quando teve participação da própria presidente da República. 

As próximas manifestações, de acordo com o texto, ocorrerão no dia 5, quando o alvo será a chamada “imprensa monopolizada” e no 10, que foi chamado por ele de Dia Nacional das Paralisações. 

No último fim de semana, Dilma aproveitou a manifestação do PT e de movimentos sociais alinhados ao partido para anunciar medidas econômicas. Entre elas, os aumentos de 9% do Bolsa Família e de 5% na tabela do IRPF.

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Leia a íntegra do texto divulgado pelo PT:

Nada de angústia ou desespero. É hora de manter a unidade e reforçar a luta. O 1o de Maio, que teve a presença e fala dos partidos de esquerda, das duas Frentes, de lideranças do movimentos sociais e da juventude, dos estudantes e intelectuais, confirmou a disposição de confrontar o golpe.

Mais que isso, viu uma presidenta da República dialogando com o povo, anunciando medidas em defesa dos mais pobres, dos movimentos de moradia, dos trabalhadores rurais, enfim, o oposto do que nos aguarda na hipótese de um governo neoliberal dos golpistas.

Foi também no ato do Anhangabaú, em São Paulo, que a companheira Dilma Rousseff repetiu que lutará até o último minuto para que não lhe retirem os 54 milhões de votos que legitimam seu mandato. Lembrou que Temer, Eduardo Cunha, PSDB e companhia não querem surrupiar apenas os seus votos, mas os de todos os mais de 110 milhões que foram às urnas em 2014.

Contra o governo-títere, ilegal e ilegítimo que se pretende instalar quando da votação da admissibilidade no Senado, o caminho é um só: denúncias, aqui e no exterior, mobilização, manifestações e unidade das forças democráticas.

Dia 5 de maio tem atos contra a mídia monopolizada (a Globo em especial), e, dia 10, Dia Nacional de Paralisações em defesa da democracia e contra o golpe. Estamos todos convocados a participar.

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