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Em 5 dias

Petição que pede não desmembramento da Lava Jato conta com mais de 200 mil assinaturas

O abaixo-assinado afirma que desmembramento da Lava Jato dará início à impunidade e diz que o povo brasileiro exige Moro no comando das investigações

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SÃO PAULO – A notícia sobre o desmembramento da Operação Lava Jato, que pode reduzir o poder do juiz Sérgio Moro na Operação segue repercutindo, o que motivou a criação de um abaixo-assinado no final da última semana. A petição pode ser vista aqui. 

O abaixo-assinado foi criado na última quinta-feira (24) e já conta com mais de 200 mil assinaturas. “Com o desmembramento da operação lava-jato se dará o início da impunidade. O povo brasileiro exige a permanência do Juiz Sergio Moro no comando das investigações. Se você concorda, assine esse abaixo assinado e compartilhe com o máximo possível”, afirma a descrição do manifesto.

O plenário do STF decidiu na semana passada remeter o inquérito que investiga a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) à relatoria de outro ministro, que não Teori Zavascki, relator dos casos relativos à Operação Lava Jato. O inquérito 4130 investiga supostas condutas da senadora em fatos associados às investigações da Operação Lava Jato, mas não relativos à corrupção na Petrobras.

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O entendimento da maioria dos ministros foi de que inquéritos que não relacionem os crimes diretamente à estatal petrolífera, mesmo que tenham sido descobertos durante investigações da Lava Jato, podem ser remetidos a outros ministros. Dos dez ministros presentes, oito votaram pelo desmembramento do processo.

A decisão abre brecha para que advogados de defesa tentem tirar das mãos do juiz federal Sergio Moro “braços” da Lava Jato que, segundo eles, não têm relação com o núcleo central do esquema originalmente investigado.

Conforme informou o jornal O Globo, a partir da decisão do STF, outros quatro casos correm o risco de deixar a jurisdição da 13ª Vara de Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro. O mais importante deles é o do setor elétrico, envolvendo a Eletronuclear. Os outros casos são: Belo Monte, André Vargas e Labogen.