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“Novo presidente não deve fazer mudanças relacionadas ao crédito”, diz Acrefi

Presidente diz acreditar que até 2011 novo presidente não fará alterações na política econômica e fiscal do País

SÃO PAULO – O próximo presidente da República não deverá fazer mudanças na política econômica e fiscal, pelo menos em 2011. A afirmação foi feita pelo presidente da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Adalberto Savioli, em entrevista durante o C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor.

“Em time que está ganhando, não se mexe. Não sabemos o que acontecerá em 2012, mas pelo menos para 2011 a gente acredita que não devam ter grandes mudanças. O crédito tem crescido e a economia tem ido muito bem. Nós temos uma das menores taxas de desemprego dos últimos 10 anos e a inflação está controlada. Não há porque mexer. Sendo assim, acreditamos que o setor de crédito não tem o que temer, mesmo porque está indo tudo muito bem”, disse. 

O executivo acrescentou ainda que o crédito é uma válvula propulsora para a economia do País. “Acreditamos que, independentemente do candidato que seja eleito, não haverá modificações no setor de crédito, que atualmente movimenta bastante a economia nacional”.

Desafios

Savioli disse também que, como o crédito é responsável por grande parte do desenvolvimento econômico, o maior desafio agora é fazê-lo crescer ainda mais.

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“Mas, para crescer mais, temos de ter mais instrumentos de segurança, como a implantação do cadastro positivo. Estamos aguardando a aprovação da Câmara e do Senado, mas como esse é um ano de eleição, a pauta está parada. Acredito que no próximo ano teremos a aprovação e a implantação da informação positiva no País”.

O executivo diz ainda que, além do cadastro positivo, outro desafio é a implantação de instrumentos que deem mais liquidez ao crédito imobiliário, que ainda é muito pequeno no Brasil. “Temos instrumentos descasados entre prazo de captação e prazo do empréstimo, o que atravanca o crescimento do crédito imobiliário. O governo fez uma tentativa com a letra financeira, mas ainda não temos resultados eficientes. Portanto, hoje, esse ainda é um grande desafio”, finaliza.