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Motivo? PSDB

Com “poder de fogo”, Centrão planeja sabotar projetos do governo Temer

O centrão quer que o Planalto "chute o PSDB antes de ser chutado", em dezembro ou no início de 2018

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SÃO PAULO – Ontem, em reunião com líderes da Câmara e com ministros, incluindo o da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente Michel Temer afirmou que continuará empenhado em aprovar a reforma da Previdência, reconheceu que ela deve ser menor que a prevista inicialmente e numa espécie “de vacina” rechaçou a tese de que seu governo sofrerá uma derrota caso ela não avance. 

Enquanto isso, os líderes partidários da base aliada da Câmara dos Deputados não garantiram que a proposta da reforma da Previdência, em tramitação no Congresso, seja aprovada ainda este ano.  

Além dos obstáculos habituais, principalmente por conta da proximidade de um ano eleitoral, um outro obstáculo para a reforma da Previdência é o descontentamento de grande parte da base aliada com relação à situação do PSDB no governo, que vem se alastrando de tal forma que nem mais o PMDB demonstra solidariedade, aponta a coluna Painel, da Folha de S. Paulo. O centrão, diz a coluna, avalia que o Planalto deveria “chutar o PSDB antes de ser chutado”, em dezembro ou no início de 2018. Nesta semana haverá um ultimato: a disposição é a de não votar nem sequer um projeto do governo.  

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Com o impasse no PSDB, o poder de fogo do centrão aumentou. Segundo o deputado Benito Gama (PTB-BA) disse ao jornal, “Temer, para salvar 22 votos do PSDB, vai perder 200”. Os que querem que o governo tire o PSDB do governo antes que o partido o faça por conta própria afirmam que um gesto tardio será mal recebido. Isso porque a redistribuição de postos após ser abandonado daria a impressão de que Temer “está servindo a xepa”.