Operação Acrônimo

Cemig diz que investigação da Operação Acrônimo envolve somente CEO e não a empresa

As investigações aconteceram na manhã desta quinta-feira na casa do ex-ministro do Desenvolvimento em Minas Gerais

SÃO PAULO – Na manhã desta quinta-feira (1), a Polícia Federal deu início a uma nova fase da Operação Acrônimo, que investiga as irregularidades na campanha e possíveis recebimentos de propina pelo governador do estado mineiro, Fernando Pimentel (PT), e cumpriu mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Brasília e Rio Grande do Sul.

Entre os investigados está o presidente da Cemig (CMIG4), Mario Borges, que é ex-ministro do Desenvolvimento e teve sua casa investigada pela PF hoje. A companhia mineira de energia divulgou nota afirmando que as investigações a Borges, não estão ligadas a seu cargo como presidente da companhia, mas como ministro do Desenvolvimento.

Borges prestou depoimento à PF de Belo Horizonte hoje de manhã. Em nota, a Cemig também afirmou que foram apreendidos aparelhos eletrônicos como tablets, notebooks e celulares na residência de Borges. 

Leia a nota na íntegra:

“O ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Mauro Borges esteve na superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, na manhã desta quinta-feira, 1º de outubro, para prestar depoimento no âmbito na Operação Acrônimo.

Mais cedo, foram apreendidos pela PF em sua residência equipamentos eletrônicos tais como tablets, notebooks e telefones celulares.

A ação da Polícia Federal não guarda relação com a Cemig, empresa atualmente presidida por Mauro Borges”.