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Petrobras e AGU entram com ação no TST para impedir a greve dos petroleiros

"Não podemos permitir que a sociedade brasileira seja ainda mais penalizada e sofra com a ausência de serviços essenciais por causa de uma greve que não respeita as exigências legais", aponta documento protocolado pela estatal e AGU

greve petroleiros
(Sindipetro)

SÃO PAULO - A AGU (Advocacia-Geral da União) e a Petrobras (PETR4) entraram na tarde desta terça-feira (29) com uma ação no TST (Tribunal Superior do Trabalho) por uma liminar para impedir a greve de petroleiros marcada para a próxima quarta-feira (30).

Sob a alegação de ilegal e abusiva, AGU e Petrobras pedem para que o Tribunal determine que todos os trabalhadores da estatal mantenham suas atividades e que seja estipulada uma multa de R$ 10 milhões/dia aos sindicatos responsáveis caso ocorra a paralisação. Na justificativa, citam o agravamento da crise de abastecimento caso ocorra a greve, como apontam reivindicações que não são de cunho trabalhista. Os trabalhadores pedem, por exemplo, a demissão do presidente da Petrobras, Pedro Parente.

“Não podemos permitir que a sociedade brasileira seja ainda mais penalizada e sofra com a ausência de serviços essenciais por causa de uma greve que não respeita as exigências legais (...) o direito de greve de uma categoria não pode se sobrepor aos direitos fundamentais de toda a coletividade”, escreveu a advogada-geral da União, Grace Mendonça, no pedido protocolado ao TST.

Pelos cálculos da Petrobras e a AGU, a greve dos petroleiros custaria R$ 349 milhões/dia para os cofres da estatal, sendo R$ 300 milhões relativos ao faturamento que deixaria de ser realizado com a suspensão da produção e R$ 9 milhões com o acionamento de equipes de contingência.

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