Em petrobras

No alvo: Fernando Góes encerra call com opções da Petrobras com ganhos de mais de 200%

O investidor que aplicou R$ 1.000 nessa recomendação lucrou R$ 2.110 em 10 dias na Bolsa, sem considerar os custos envolvendo a operação. 

Fernando Góes,

SÃO PAULO - Há pouco mais de uma semana, o analista Fernando Góes, da Clear Corretora, alertou que para uma oportunidade com opções da Petrobras (PETR4). Vendo espaço para a ação andar até os R$ 19,50, ele recomendou uma trava de alta com a petroleira. O alvo foi atingido nesta sexta-feira (26), dando ganhos de mais de 200% para quem a seguiu.

A operação em questão foi uma trava de PETRB69 (com preço de exercício em R$ 19,50) com PETRB49 (com preço de exercício em R$ 19,50) aberta no dia 16 de janeiro. Nessa estratégia, o investidor compra a opção de compra com preço de exercício mais longo (no caso, PETRB49) e vende a mais curta (PETRB69). No dia da montagem, ela saiu a R$ 0,09. 

Com a disparada da ação nos últimos dias, essa estrutura era negociada a R$ 0,28 nesta manhã, quando o analista recomendou encerrar a operação (veja no vídeo abaixo), com um lucro de 211%. Para quem esperou mais um pouco, essa mesma trava chegou a ser negociada na Bolsa a R$ 0,30 na máxima desta sessão, correspondendo a um ganho de 233%. 

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Na prática, o investidor que aplicou R$ 1.000 nessa recomendação lucrou R$ 2.110 em 10 dias, sem considerar os custos envolvendo a operação. Já para quem comprou a ação PETR4 no mercado à vista, a valorização foi de 11,7% no mesmo período. 

Vale menção que esse call veio na esteira de outros dois grandes acertos do analista em janeiro. O primeiro, com opções da Vale, que rendeu 340%, seguido por uma operação com Usiminas, que deu ganhos de 1.000% em poucos dias

Veja abaixo o vídeo com o gain em opções da Petrobras:

O que é o mercado de opções?
A opção é um derivativo negociado no mercado financeiro. E como qualquer derivativo, seu preço "deriva" da oscilação do ativo ao qual ela se lastreia - no caso de uma opção de ação, o contrato varia de acordo com as oscilações desta ação na Bovespa. Quem compra uma opção está adquirindo o "direito" de comprar ou vender alguma ação a um preço previamente estabelecido (chamado "preço de exercício", ou "strike") até um vencimento estabelecido. Já quem vende a opção tem a obrigação de atender a exigência daquele que comprou o contrato.

Tomando como exemplo o caso da Petrobras citado na matéria: quem comprou a opção de compra PETRB69 pode escolher se quer exercer ou não seu direito de comprar as ações PETR4 a R$ 19,00 no dia 19 de janeiro; já quem vendeu a opção de venda terá a obrigação de comprar estas ações caso o detentor da opção exerça seu direito.

Embora o mercado de opções seja muito utilizado para operações de "hedge" (proteção), o baixo custo para acessar este mercado - muitas opções chegam a custar R$ 0,01 por contrato - atrai muitos especuladores que buscam rentabilidades explosivas em um curto espaço de tempo. No entanto, é preciso ter ciência dos riscos embutidos nestes investimentos, já que o investidor corre o risco de perder 100% do capital investido caso a opção que ele comprou não torne-se financeiramente interessante para ser exercida até o vencimento dela - o que no jargão deste mercado é dito que a opção "virou pó".

 

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