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Reforma da Previdência: o que aprendemos com ela e como vamos planejar nosso futuro daqui para frente?

Detalhamos os impactos das principais mudanças na aposentadoria pública e explicamos a importância do planejamento

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores

Muitos governantes entendem que a Reforma da Previdência é uma medida necessária para o país. O ex-presidente Michel Temer colocou a ideia em pauta e, agora, o governo comandado por Jair Bolsonaro persiste com a iniciativa.

Mas como isso afeta a forma como planejamos nosso futuro financeiro?

Detalhamos os impactos das principais mudanças na aposentadoria pública e explicamos a importância do planejamento para assegurar um futuro tranquilo frente a esse novo cenário. Confira a seguir.

Quais as principais mudanças na Reforma da Previdência que afetam os brasileiros?

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Não é novidade que a Reforma terá impacto direto na vida de milhões de brasileiros. Os defensores dessas mudanças acreditam que as alterações formam um remédio amargo, mas capaz de melhorar a economia do país. Isso porque ajudará a acertar as contas públicas, reduzir as despesas do governo, atrair investimentos internacionais e gerar empregos.

Por outro lado, as alterações podem acarretar em despesas pessoais em forma de aportes mensais para adiamento da própria aposentadoria ou criação de uma renda suplementar.

Os principais pontos que vão afetar os trabalhadores contribuintes são:

Aposentadoria por idade

A principal mudança faz referência à idade mínima para se aposentar. Atualmente, não há nenhuma determinação estabelecida no setor privado. No segmento público, entretanto, ela é de 60 anos para os homens e 55 as mulheres. Com a nova regra, a idade mínima para o público masculino passará a ser de 65 anos e para o feminino 62 anos.

Pensão por morte

A pensão por morte faz referência a um benefício social pago aos dependentes de segurados da Previdência Social que faleceram ou tiveram a morte judicialmente decretada (isso costuma ocorrer em situações de acidentes ou desaparecimento, por exemplo).

A regra atual estipula que o dependente é contemplado com uma pensão equivalente a 100% do benefício recebido pelo beneficiário. Então, se o marido ganhar R$ 5 mil do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e falecer posteriormente, a viúva receberá também o valor de R$ 5 mil.

Contudo, a Reforma estabelece que cada dependente passará a receber o equivalente a 60% do valor do benefício do INSS, mais 10% por dependente. Outra alteração é que a nova proposta veta a acumulação de benefícios. Se um indivíduo, por exemplo, tiver direito a aposentadoria e pensão, ele receberá apenas aquela que apresentar maior valor. Por outro lado, nenhuma pensão poderá ter um valor inferior a um salário mínimo.

Qual é a importância do planejamento futuro?

Nesse contexto, o planejamento é vital, pois proporciona alternativas para lidar com as novas regras da Previdência. Destinar parte do seu orçamento para complementar a previdência pública é uma boa alternativa para um futuro mais tranquilo — e isso pode ser feito por meio dos planos de previdência privada.

E para quem quer garantir maior proteção financeira aos seus familiares caso venha a faltar ou sofrer invalidez, um seguro de vida pode ser ideal. Assim, tem a segurança da cobertura contratada e não precisará se preocupar com a alteração nos valores da pensão.

São muitas as mudanças previstas pela Reforma da Previdência. Por isso, deve-se estar preparado para enfrentá-las. E, como você pôde ver, o planejamento é a melhor solução frente a esse cenário, pois possibilita o alcance de maior equilíbrio e prosperidade.

Conheça algumas coberturas de seguro de vida e escolha a ideal para você se proteger financeiramente.