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Policial Militar day trader cria método próprio, aprende a controlar a mente e encontra consistência

Maxwell Silva suportou os momentos de perdas e também os de euforia até atingir um operacional consistente e criar o método MX360

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Maxwell Silva, day trader e produtor conteúdos educativos para a Rico

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Quem sonha em operar na bolsa de valores e ganhar dinheiro muitas vezes fica desorientado em meio a tanto conteúdo educacional, metodologias de análises diferentes, informações que podem parecer conflitantes, além de cases de fracasso retumbante ou sucesso rápido – nem sempre replicáveis. Escolher caminhos neste mar aberto é essencial para o sucesso, mas não basta.

Entender os vieses inconscientes e ter uma boa leitura dos próprios limites e objetivos é parte desta equação. Foi justamente isso o que levou o policial militar Maxwell Silva a produzir conteúdos educativos sobre trader para a Rico, a superar diversos reveses no mercado, desenvolver um método próprio, que virou e-book, e alcançar o êxito sonhado na bolsa.

Se definindo como um autodidata perfeccionista, Maxwell tem uma história de altos e baixos operando na B3 e que impressiona pela resiliência e capacidade de se reinventar. Parte desta experiência resultou no e-book “Bíblia do Day Trade”, que ganhará uma versão impressa assim que ele “achar que está realmente bom”, e no curso gravado que oferece, atualizados semanalmente, seguindo a cartilha do perfeccionista.

“Toda Bíblia é um compilado de outros livros, e foi o que fiz. Em 2021, comecei a dar mentoria pelo Instagram e com ótimo feedback, o que me animou. Decidi reunir o conteúdo que havia acumulado em um e-book, mas só o melhor de diferentes fontes”, comenta Maxwell, destacando o método MX360, criado por ele.

“Tem livros enormes para contar uma única história. É muito conteúdo que as vezes dificulta a vida de quem busca informação, conhecimento para operar. No meu livro seleciono o melhor de diferentes referências para facilitar a vida do trader. É objetivo e didático.”

Dois anos após entrar para a Polícia Militar em Salvador, o baiano de Feira de Santana estava descontente com o salário e a pouca valorização da carreira. Decidiu operar no mercado de opções, algo que sempre o interessou, para completar a renda.

“Cometi todos os erros possíveis. Primeiro não busquei orientação. Coloquei dinheiro em estratégias milagrosas que dariam retorno rápido, e perdi. Mudava para outra também milagrosa e perdia mais ainda”, lembra Maxwell, que pouco tempo depois passou a operar índices na B3.

Determinado, o day trader tem uma trajetória marcada por muita persistência e sacrifícios. No primeiro ano da pandemia (2020), para se alavancar fez um empréstimo, com o apoio da esposa e o alerta “só podemos arriscar até termos um filho”.

“Primeiro peguei R$ 20 mil emprestado, depois mais R$ 30 mil e como seguia perdendo vi que tinha algo errado. Deixei o mercado por um tempo. Na segunda metade de 2020, vendi máscaras e fiz um bom dinheiro e voltei para a bolsa com os R$ 30 mil que restaram, porém, mais cauteloso”, lembra.

Em 2021, Maxwell começou a obter um bom desempenho como day trader, ganhando dinheiro, e cometeu outro pecado que o mercado não perdoa – o excesso de confiança. “Perdi R$ 42 mil e fiquei muito mal. Foi quando resolvi coletar tudo que havia estudado, quase como algo terapêutico, e escrever a Bíblia do Day Trade. No ano passado, voltei ao mercado e já com um psicológico mais ajustado passei a ter mais consistência.”

Maxwell atribui parte do sucesso a sua obstinação e capacidade de organizar o conteúdo aprendido e os resultados obtidos. Ao mapear as operações e criar estatísticas para dar suporte ao seu operacional, o trader fez R$ 5 mil virar R$ 150 mil ao longo do ano, quando cometeu outro erro.

Maxwell emprestou R$ 100 mil a um amigo por um mês e até hoje não conseguiu receber. “Minha esposa apareceu grávida e eu lembrava que não podia mais arriscar. Vendi um terreno por R$ 37 mil para seguir operando e, já curado dos bloqueios, entrei em uma trajetória consistente no mercado e ganhando. Sigo assim até hoje”, fala orgulhoso o day trader.

Controle da mente como estratégia

A trajetória de altos e baixos relatada por Maxwell foi um período importante para que ele entendesse seus vieses inconscientes que atrapalhavam seu desempenho. Foram vários os momentos em que ele se sentiu desafiado a domar a mente. “Logo no começo, reconheci em mim, pela história da minha família, uma mentalidade de escassez, um enorme medo de perder, qualquer negativo na conta tinha taquicardia, entrava em pânico. Precisava mudar isto”, lembra.

Maxwell começou a se desafiar. Em dia ruim no mercado, ia em restaurante caro só para quebrar aquela mentalidade de que não poderia perder, não teria coisas boas. “Queria bater de frente. Comprei roupas melhores. Objetivo era me curar. Até hoje escolho um mês sem açúcar, outro sem bebida e vou me propondo controlar minha mente, meus impulsos.”

Como reconhece que há gatilhos psicológicos que vão tentar sabotá-lo no mercado, a estratégia de Maxwell é travar os limites na plataforma da corretora, de perdas e ganhos.

“Quando ocorre a perda eu volto depois ao mercado, mas operando bem pequeno para evitar um novo dia de fúria, tentando recuperar o perdido e afundando ainda mais. Sigo aderente à esta estratégia.”

Operacional sob controle

O day trader e influenciador da Rico hoje só opera índices na B3 e desde agosto de 2022 não teve mais os intensos altos e baixos que renderam muita dor de cabeça, mas também aprendizado. “Eu ainda sou policial e a escala me permite operar na B3. Já consigo viver apenas do day trade, mas o trabalho como policial é uma válvula de escape, de convívio com as pessoas importante.”

Como dica para quem busca melhorar o desempenho como day trader, Maxwell lembra que além de conhecer e domar os vieses inconscientes, de buscar conteúdo informativo de qualidade e persistir, é preciso foco na padronização.

“Comigo foi o que deu certo porque tira a subjetividade da mente. Sempre oriento o day trader que me procura a padronizar uma forma de atuar e repetir por seis meses. O resultado vira estatística”, explica. “Tem que registrar o desempenho, ter uma planilha estatística para isto. Não dá para atuar de forma consistente sem conhecer o próprio operacional.”

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