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Mercado de impressão 3D cresce no mundo e se consolida como tendência no Brasil

Empresas como a Printi têm investido na modalidade para expandir oportunidades de negócio no mercado local

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Até alguns anos atrás, impressão 3D era vista como coisa de cinema ou algo que estava muito longe da realidade. Apesar de ainda fazer parte de um mercado de nicho, os números impressionam e este deve ser mais um ano de crescimento para essa modalidade. De acordo com o IDC Wordwide Semiannual 3D Printing Spending Guide, os investimentos globais neste campo devem totalizar 13,8 bilhões de dólares em 2019, o que representa um aumento de 21% em relação a 2018.

A América Latina tem acompanhado esse crescimento e deve fechar 2019 com 53 milhões de dólares investidos – 25% a mais do que o montante no ano anterior. Mesmo não tendo um indicador exclusivo para o Brasil, o instituto responsável pelo levantamento acredita que o avanço dos investimentos em impressão 3D no País deve ser maior do que o da região.

Por essa razão, empresas brasileiras não estão poupando esforços para aproveitar a tendência e expandir as oportunidades de negócio com base neste tipo de impressão. Segundo o Fórum Econômico Mundial, 49% das companhias locais pretendem investir em impressão 3D até 2022. Isso explica por que o banco Goldman Sachs aponta a modalidade como uma das oito tecnologias que mudarão os negócios nos próximos anos.

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Exemplo desse cenário é a Printi, plataforma de produtos personalizados que nasceu em 2012 como gráfica online e se tornou parceira de empreendedores que precisam de materiais promocionais, embalagens e até de consumidores finais que estão em busca de produtos exclusivos. Recentemente, a companhia anunciou uma linha de troféus que representa o início de sua entrada no mercado de impressão 3D.

Para isso, a empresa estabeleceu uma parceria com a Oaloo Impressão 3D para produzir e comercializar os produtos oriundos dessa tecnologia. No site da Printi, os clientes podem personalizar três tipos diferentes de troféus, com preços que partem de pouco mais de R$ 80 a unidade, considerando que o valor pode mudar dependendo da tiragem escolhida.

Hugo Rodrigues, diretor geral da Printi, explica que a empresa vem estudando há tempos para se aventurar neste novo mercado. “Nosso negócio tem um histórico de pioneirismo e evolução rápida do portfólio, já que começamos com um modelo inovador de vender serviços gráficos por meio de um e-commerce, incorporamos a personalização de embalagens e agora acabamos de lançar produtos produzidos por meio de impressoras 3D”.

Segundo o executivo, o novo serviço reafirma sua posição de vanguarda no mercado, como empresa que está atenta aos movimentos do setor mundo afora, sendo a principal a trazer as novidades para o Brasil. “Com a nova oferta, nos tornamos a primeira empresa brasileira que trabalha com impressão 3D personalizada”, adiciona.

Diversas aplicações

A tecnologia que viabiliza a impressão 3D tem sido usada para diferentes finalidades ao redor do mundo. A saúde foi um dos setores pioneiros na aposta dessa modalidade, que já ajudou até mesmo a salvar vidas de pacientes que precisavam de um elemento a mais no tratamento. A partir daí, segmentos como o de alimentação, aeroespacial e de moda também entraram como responsáveis pelo crescimento dos investimentos na modalidade em diversos cantos do planeta.

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“O mais incrível é ver que, em poucos anos, a impressão 3D se tornou acessível a qualquer tipo de pessoa, podendo ser usada para trabalho, diversão e, no nosso caso, como símbolo de reconhecimento por alguma vitória”, conclui Rodrigues.

Website: http://www.printi.com.br/3D