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Edtechs estão se destacando no setor de investimentos e mudando o cenário da educação brasileira

Conheça a Estuda.com, uma plataforma de avaliação e análise de desempenho focada no Ensino Médio e Fundamental II.

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores

O avanço das startups nos últimos anos é um fator que vem agregando valor para o segmento de inovação. O setor de edtechs, por exemplo, vem crescendo mundialmente e, no Brasil, as startups educacionais estão impactando positivamente os modelos de ensino e aprendizagem. Atualmente, elas representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo o mapeamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb).

O mapeamento mostrou ainda, que o mercado brasileiro de edtechs encontra-se em um momento de evidência devido à sua capacidade de impacto social neste mercado em expansão. Hoje, já são mais de 350 edtechs espalhadas por 25 dos 26 estados brasileiros, dos quais 19 deles possuem, pelo menos, três startups educacionais. Elas vêm se desenvolvendo com capital próprio, investimentos-anjo e através de fundos de venture capital.

De acordo com João Kepler, especialista em startups e lead partner da Bossa Nova Investimentos, nos últimos anos o cenário brasileiro está cada dia mais favorável e aberto quando se trata de investimento em startups. Para ele, muitas delas vêm despontando e gerando caixa com serviços e produtos, com negócios que estão mudando definitivamente o mindset das pessoas e do mercado.

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No segmento de startups educacionais destacam-se diversas empresas, entre elas a Estuda.com, uma plataforma que oferece um conjunto de soluções para todos os envolvidos no processo escolar: professores, gestores, alunos e pais.

A edtech que nasceu em 2013 a partir de uma necessidade caseira em que um dos sócios viu que poderia ajudar não só o seu irmão na preparação para o ENEM, mas também estudantes de todo o Brasil, vem tendo um crescimento exponencial e acaba de atingir, em abril de 2019, a marca de 2 milhões de usuários, o que reforça a percepção do mercado, de que este setor ainda tem muito a crescer.

A plataforma que teve um aumento de 303% no número de usuários nos últimos dois anos, alcança mais de 1,3* milhão de acessos de estudantes em meses que antecedem o ENEM. Esse mercado se renova a cada ano e com base no número de inscritos no ENEM de 2018, mais de 5,5 milhões de inscrições confirmadas (INEP), ou seja, todos os anos milhões de novos estudantes podem ser impactados.

Em 2017, o Ministério da Educação (MEC) demonstrou, através do Programa de Inovação Educação Conectada, o interesse em ações que visam acelerar a aquisição e o uso da tecnologia nas escolas públicas brasileiras.

Atenta a essas demandas, desde 2017 a plataforma trabalha também com soluções para escolas, o modelo Business to Business (B2B), que simplificam o processo avaliativo e geram relatórios detalhados dos alunos. Presente em mais de 350 escolas e cursinhos espalhados por todo o Brasil, atingindo mais de 16 mil professores, a edtech pretende crescer ainda mais no decorrer de 2019. Essas soluções desenvolvidas pela Estuda.com vêm atendendo diversas escolas pelo país, que têm buscado soluções tecnológicas que otimizam processos pedagógicos, simplificam as demandas diárias e contribuem com a redução de tempo gasto.

Além das soluções para estudantes e escolas, agora em maio será lançado um novo produto inserido no segmento B2C, a Estuda.com PROFESSOR, uma ferramenta voltada para docentes do ensino público e privado. Esse novo produto foi desenvolvido para resolver um dos principais problemas na rotina dos professores, a correção e provas. Segundo pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o professor brasileiro gasta cerca de 22% de tempo a mais com correção de provas, quando comparado aos docentes de outros países.

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Com suas receitas crescendo em média 20% ao ano, as edtechs brasileiras têm um cenário bastante promissor, inclusive quando comparado ao contexto internacional. Segundo o banco inglês Ibis Capital, o mercado global de edtech deve crescer 17% ao ano, atingindo um faturamento de US$ 252 bilhões em 2020. 

E para continuar acompanhando o mercado, a Estuda.com enxerga o investimento na valorização e manutenção dos talentos, abertura de um escritório em São Paulo e, principalmente, investimento no setor comercial e marketing como prioridades para este ano. Estes fatores são as razões pelas quais a startup busca obter uma rodada de investimento, que será fundamental no alcance das metas de crescimento e fortalecimento de marca.

Este ano, por exemplo, a edtech já foi selecionada na primeira fase do Inovativa Brasil Ciclo 2019.1. Marcar presença em grandes eventos também é o foco do negócio. Em março, a startup expôs no V Congresso Nacional de Educação da ANEC – Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. Em maio, irá participar como expositora no maior evento de educação e tecnologia da América Latina, a Bett Educar Brasil.

Para o ano que vem, mais soluções que possam atender o mercado educacional já estão sendo pensadas, a startup acredita que ainda há muito a ser desenvolvido e que novas inovações tecnológicas irão ajudar a inserir a educação brasileira nos modelos 3.0 e 4.0.

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