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Segurança de computadores se torna tema ainda mais crítico

Número de crimes cibernéticos aumenta na pandemia. Solução pode estar em tecnologias que blindem melhor os dispositivos

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A quantidade de crimes cibernéticos aumentou expressivamente durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. Golpes como roubo de senha, phishing, malware e ransomware em laptops aumentaram 450% em toda a América Latina, segundo estudo da Kaspersky, empresa especializada em cibersegurança.

Na maioria das vezes, os hackers conseguem acesso aos dispositivos por meio de tentativas de erro e acerto para obter nome de usuários e senhas. O Brasil foi o país que mais teve casos desse tipo de crime – em abril foram 50,5 milhões. Colômbia, por exemplo, teve 11,9 milhões, México, 9,3 milhões, e Chile, 4,3 milhões.

Entre as razões para a proliferação desses tipos de ataques estão o uso dos computadores em ambientes de baixa segurança, como as redes domésticas utilizadas no home office. Nesse sentido, PCs corporativos, diferentemente dos PCs “consumer”, podem fazer toda a diferença.

Novas tecnologias ajudam a blindar computadores contra crimes cibernéticos

Em um exemplo prático, a plataforma Intel vPro ajuda a proteger o BIOS (sistema básico de entrada e saída) como uma superfície de ataque ao sistema operacional, ajudando a evitar que o malware obtenha acesso total. Em paralelo, a tecnologia de detecção de ameaças da empresa, chamada Intel TDT, emprega tecnologias de fortalecimento do sistema que ajudam a melhorar a proteção do sistema com varredura de memória acelerada e recursos avançados de telemetria de plataforma.

Por fim, o Intel Transparent Supply Chain (Intel TSC) fornece um mecanismo para confirmar a autenticidade e a rastreabilidade do componente para ajudar a mitigar adulterações e ameaças que podem ser introduzidas a qualquer momento no ciclo de vida de um ativo.

“A plataforma Intel vPro tem diversos diferenciais em relação a concorrência”, afirma Marcio Paulino, especialista de soluções da Intel. Além das tecnologias já mencionadas, que ajudam na prevenção de ataques, o Intel vPro permite às equipes de TI fazerem o gerenciamento dos dispositivos remotamente, mesmo quando os PCs estão desligados e usando rede WiFi. “Esse é um caso extremamente comum para as empresas com os funcionários trabalhando de casa e usando notebooks”, afirma Paulino.

Ele ainda destaca que somente a Intel oferece a tecnologia de Acesso Remoto Iniciado pelo Usuário (CIRA), que garante uma conectividade direta e segura para o gerenciamento. “Outro ponto adicional, é que somente a tecnologia Intel vPro usa um segundo fator de autenticação para garantir que somente pessoas autorizadas possam acessar remotamente a máquina do usuário.”

Importante lembrar que o uso de autenticação multifator cria uma defesa em camadas, o que ajuda a proteger o usuário de ataques cibernéticos. Geralmente são aplicadas duas ou mais camadas de credenciais, dificultando o acesso de hackers.

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O tema da segurança é bastante relevante no ambiente empresarial. O levantamento CIO Study, que ouviu 500 diretores de tecnologia de empresas mostrou que 87% dos CIOs acreditam que seus controles de segurança falham em proteger seus negócios.

Já uma pesquisa conduzida pela Intel, para avaliar o uso do Intel vPro, mostrou que 75% dos gestores de TI afirmaram que a plataforma é mais segura e que ela gera 7.680 horas menos de suporte relacionado à segurança por ano. Dessa forma, a tecnologia gera uma economia de custos de US$ 1,2 milhão em três anos.

Isso mostra que, ao proteger os PCs da empresa proativamente, é possível acelerar e dimensionar a segurança enquanto se permite que a TI reduza o tempo de inatividade, interrupções e atrasos do usuário.

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