Um bom negócio para a sociedade é empreender nos programas de aperfeiçoamento de professores tão necessários para a Educação

As escolas precisam trabalhar com responsabilidade o lado socioemocional, assumindo o investimento na formação e capacitação dos profissionais. O Espaço Apoia Educação, de forma empreendedora, dá suporte aos pais e professores com as Rodas de Conversa, se adaptando as realidades econômicas, investindo em cursos presenciais, semipresenciais e a distância, potencializando o atendimento, levando em conta o curriculum e a gestão em sala de aula.

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Se por um lado a sociedade questiona a qualidade da educação, as escolas por sua vez deveriam driblar a situação econômica e
incentivar os professores a participar dos programas de formação continuada, pois assim os docentes ajudariam a garantir a aprendizagem dos alunos, a dar o suporte emocional tão necessário em sala de aula e a melhorar a educação como um todo.

Mas, muitas vezes as escolas paralisam mediante os fatores econômicos. Para a educadora Luciana Cintra Teixeira, pós-graduada em Psicopedagogia e Gestão Estratégica de Negócios, do Espaço Apoia Educação, é necessário investir na educação, de forma empreendedora e criativa, se adaptando às realidades. A Apoia vem trabalhando com cursos presenciais, semipresenciais e a distância, potencializando o atendimento, levando em conta o curriculum e a gestão em sala de aula.

Um exemplo é o do professor alfabetizador, que sabe a teoria, mas não aprendeu a lidar com os alunos no processo pedagógico. “O professor tem na formação complementar um recurso para se reciclar e integrar os conhecimentos ao longo da carreira”, afirma a pedagoga.

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Atualmente, os professores precisam de preparo para assumir atividades que desenvolvam habilidades socioemocionais, as quais interferem diretamente no rendimento escolar. Saber lidar com as emoções das crianças também é fundamental, não existe mais espaço para a escola que se propõe apenas a ensinar a ler, escrever e fazer contas.

Tanto a escola como a família deve se empenhar para que alunos e filhos passem a se relacionar com qualidade, encontrem soluções para problemas cotidianos e se adaptem naturalmente às complexas exigências do crescimento e do desenvolvimento.

“Como esta tarefa não é fácil de ser posta em prática, as escolas precisam trabalhar com responsabilidade o lado socioemocional, assumindo o investimento na formação e capacitação de seus profissionais, na estrutura e na maneira de dar aulas”, alerta Luciana Cintra.

Os pais também devem se preparar e procurar atividades com especialistas para compartilhar experiências e absorver aprendizado que ajudem os seus filhos a ter ensinamentos essenciais para a vida. “Percebi durante esses encontros, nas Rodas de Conversas realizadas pela Apoia, que o depoimento de um pai sobre indisciplina ou comportamento agressivo do filho, ajuda muito os demais que estão passando pelo mesmo problema”, conta Luciana Cintra.

Como os alunos passam boa parte do dia na sala de aula, os educadores precisam estar atentos aos momentos de conflitos de sentimentos, pois muitas vezes vivenciam situações difíceis em casa e não sabem lidar com estas questões internamente. Nestes casos, são indicadas atividades lúdicas para ensinar a entender o que é sentir raiva, tristeza, solidão, motivação e felicidade, assim os alunos conseguem entender e passam a ser mais tolerantes e prestativos com eles próprios e com os demais.

Fica para os educadores, pais e professores, a tarefa de eleger prioridades e buscar aprimoramento de si mesmo, para se conhecerem emocionalmente e assim aumentarem as condições para estabelecer relações mais seguras.

“Melhorando o conhecimento, capacitando professores, se alcança bons resultados. Não adianta só recrutar os melhores, é preciso manter os professores atualizados. Os sistemas de ponta têm a preocupação com a prática docente, tanto na formação inicial como na continuada. É importante unir a teoria com a prática em sala de aula”, conclui Luciana Cintra.

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