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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos prefixados caem na tarde desta terça-feira

Tensões entre Estados Unidos e China tiveram uma trégua, depois de medidas adotadas pelo país asiático para estabilizar sua moeda

 SÃO PAULO – A maior parte dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, registra queda das taxas de retornos na tarde desta terça-feira.

Destaque do dia, as tensões entre Estados Unidos e China tiveram uma trégua, depois de medidas adotadas pelo país asiático para estabilizar sua moeda. Segundo a CNBC, o banco central chinês definiu uma taxa diária para a moeda, com uma banda contra o dólar dentro de 2% do valor médio, para o yuan onshore.

No Brasil, foi divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que reduziu a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 6% ao ano. O documento apontou que as projeções para a inflação estão em níveis confortáveis e que a reforma da Previdência contribui para a redução da taxa estrutural.

As reformas também voltam à pauta, com a expectativa de início das discussões, em segundo turno, da reforma da Previdência na Câmara e da tributária, com governadores debatendo uma proposta em Brasília.

No Tesouro Direto, dentre os títulos com rendimentos prefixados, o prêmio anual do Tesouro Prefixado 2022 cedia de 6,04%, nesta manhã, para 5,96%, há pouco, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado 2025 caía de 6,98% para 6,93% e o juro do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 recuava de 7,24% para 7,22%.

Já no grupo de papéis com retorno indexado à inflação, o prêmio do Tesouro IPCA+ com vencimento em 2035 se mantinha em 3,63%, enquanto o retorno do Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2026 caía de 3,06% para 3,04%. O investidor pode adquirir o papel integralmente por R$ 3.915,65 ou aplicar uma quantia mínima de R$ 39,15 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação).

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Título
Vencimento
Taxa de Rendimento (% a.a.)
Valor Mínimo
Preço Unitário
Indexados ao IPCA  
Tesouro IPCA+ 2024 15/08/2024 IPCA + 2,89 R$ 56,09 R$ 2.804,57
Tesouro IPCA+ 2035 15/05/2035 IPCA + 3,63 R$ 36,93 R$ 1.846,82
Tesouro IPCA+ 2045 15/05/2045 IPCA + 3,63 R$ 38,82 R$ 1.294,19
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2026 15/08/2026 IPCA + 3,04 R$ 39,15 R$ 3.915,65
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 15/05/2035 IPCA + 3,50 R$ 42,36 R$ 4.236,71
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 15/08/2050 IPCA + 3,66 R$ 47,03 R$ 4.703,99
Prefixados  
Tesouro Prefixado 2022 01/01/2022 5,96 R$ 34,80 R$ 870,24
Tesouro Prefixado 2025 01/01/2025 6,93 R$ 34,83 R$ 696,73
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 01/01/2029 7,22 R$ 35,75 R$ 1.191,80
Indexados à Taxa Selic  
Tesouro Selic 2025 01/03/2025 Selic + 0,02 R$ 102,42 R$ 10.242,50

Fonte: Tesouro Direto

Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

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