Tensões continuam

Tesouro Direto: títulos públicos fecham outubro com queda de até 2,5%

Quadro fiscal brasileiro e nova onda de coronavírus estimulam ambiente de maior preocupação dos investidores, com aumento dos prêmios de risco

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(Getty Images)
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SÃO PAULO – As tensões com relação ao quadro fiscal brasileiro e à aceleração do número de casos e de mortes por Covid-19 na Europa, despertando uma nova onda de lockdowns, determinaram mais uma vez o rumo dos preços dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto em outubro.

Todos os papéis atualmente disponíveis para compra registraram queda de preços (e, consequentemente, alta das taxas), embora em um movimento mais contido do que o visto em setembro, quando as perdas chegaram a ultrapassar os 12%.

Mais uma vez, a maior queda partiu do título Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045, com baixa de 2,5% em outubro, levando o prêmio real pago pelo papel a 4,18% ao ano no fim do mês.

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Entre os prefixados, as quedas de preços foram mais modestas, e não chegaram a 1%.

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E depois da distorção de preço do Tesouro Selic, o título público mais conservador do país, em setembro, quando o papel com vencimento em 2025 teve desvalorização de 0,46%, a situação se normalizou em outubro. O título teve leve alta de 0,03% no período.

No acumulado de 2020, a atenção ainda recai sobre o Tesouro Prefixado com vencimento em 2023, com apreciação de 5,90%, e, do lado negativo, sobre o Tesouro IPCA+ 2045, com queda de 15,25%.

Confira a seguir como se comportaram os títulos públicos disponíveis para novos investimentos em outubro, no acumulado do ano e em 12 meses, quando os dados estiverem disponíveis.

Vale lembrar que o investidor só terá as perdas ou os ganhos apontados se efetivamente vender os papéis antecipadamente. Se carregá-los até o vencimento, o retorno vai respeitar as taxas e as condições contratadas no momento de aquisição dos títulos.

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