Tesouro Direto: taxas sobem e títulos de inflação pagam até 5,74% na “Super Quarta”

Mercado também monitora dados de desemprego, após taxa de desocupação vir abaixo do esperado

Leonardo Guimarães

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As taxas de juros dos títulos públicos brasileiros operam em alta nesta quarta-feira (31), chamada de “Super Quarta” por reservar decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos. 

Por aqui, a expectativa é que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduza a taxa Selic para 11,25% ao ano. Nos Estados Unidos, o consenso é de manutenção dos Fed Funds no intervalo entre 5,25% e 5,5% ao ano. O mercado ficará atento às falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (banco central dos EUA, Fed), que concede entrevista coletiva às 16h30, após a divulgação da decisão da autarquia. 

A sessão também é marcada por dados de emprego no Brasil. A taxa de desemprego ficou em 7,4% no trimestre encerrado em dezembro de 2023, recuo de 0,3 ponto percentual na comparação com o trimestre de julho a setembro. 

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Os dados da Pnad Contínua vieram abaixo do consenso LSEG de analistas, que previa taxa de 7,6% para os três meses até dezembro. 

No Tesouro Direto, as taxas de títulos de inflação avançam para até 5,74%, caso do Tesouro IPCA+ 2045, que entregava rentabilidade real de 5,71% no início da sessão de ontem. O juro real do Tesouro IPCA+ 2035 subia de 5,58% para 5,62%, enquanto o do papel para 2055 avançava de 5,64% para 5,67%. 

Nos prefixados, a taxa do título com vencimento em 2033 subia de 10,60% para 10,63%. O Tesouro Prefixado 2029 entregava rentabilidade anual de 10,42% ante 10,37% na véspera. Já o Tesouro Prefixado 2026 tinha juro de 9,72% ante 9,68% ontem. 

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Confira os preços e as taxas dos títulos públicos disponíveis para compra no Tesouro Direto na manhã desta quarta-feira (31):