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5 investimentos prefixados que rendem até 11% ao ano

CDBs disponíveis na plataforma da XP Investimentos pagam taxas extremamente atrativas em tempos de Selic baixa

Dinheiro
(Andrzej Rostek)

SÃO PAULO - Os CDBs (Certificado de Depósito Bancário) prefixados com vencimento a partir de 3 anos continuam pagando taxas atrativas para os investidores, bem mais elevadas do que aquelas pagas pelo Tesouro Direto. Nesta manhã, a plataforma da XP Investimentos mostra CDBs  sem liquidez com rentabilidades que chegam a 11% ao ano, para títulos de 1880 dias (5 anos) e 9,87% para papéis de 1080 dias (3 anos).

Confira 5 delas, selecionadas pelo InfoMoney: 

Ativo Carência Vencimento Taxa
CDB Fibra abr/23 13/04/2023 1880 dias 11% a.a
CDB Banco Pan abr/22 13/04/2022 1440 dias 10,76% a.a
CDB Fibra abr/22 13/04/2022 1440 dias 10,60% a.a
CDB Banco Indusval mar/21 30/03/2021 1080 dias 9,87% a.a
CDB Original abr/21 12/04/2021 1080 dias 9,87% a.a
  1. Boa opção no momento

Em um momento de instabilidade política, investidores com menos apetite ao risco tendem a fugir de investimentos em renda variável. Na manhã desta sexta-feira, o Ibovespa apresenta queda de 1,19% - o suficiente para já afastar investidores conservadores, que podem buscar sossego em aplicações com rentabilidade garantida e proteção do FGC. 

Ao mesmo tempo, com a Selic na mínima histórica (6,5% ao ano), investimentos em renda fixa pós-fixados tendem a perder a atratividade frente a determinadas opções prefixadas.

O que é CDB

Vale lembrar que os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) são empréstimos a bancos feitos por pessoa física. O valor emprestado é devolvido após um período nas mãos do banco com taxas de juros pré-determinadas. Estas taxas podem ser prefixadas (um valor exato definido no momento do empréstimo) ou pós-fixadas (variando normalmente de acordo com o CDI). 

  1. Garantia do FGC
  2. Investimentos em CDBs possuem garantia do chamado Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para até R$ 250 mil - incluindo a rentabilidade alcançada. Este fundo é alimentado pelos bancos, cujas operações sempre destinam parte das receitas à segurança dos investidores. Qualquer problema que o emissor do título venha a ter que comprometa a adimplência de seus credores (investidores dos CDBs, neste caso), será coberto pelo FGC até o valor limite, com teto de R$ 1 milhão, a cada 4 anos, por CPF ou CNPJ.

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