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Oferecido por Faros Investimentos

Mulheres elevam nível de atendimento da Faros

Time feminino que representa um terço da empresa especializada em assessorar investidores Private lidera ranking que mede a fidelidade dos clientes

Patrícia Eduardo, Sandra Nogueira, Bruna Zambello, Vanessa Scheller, Gisele Gattaz e Roberta Ferrua (da esquerda para a direita)

Há quase uma década no mercado, a Faros se destaca como um dos maiores escritórios de agentes autônomos do País. Com R$ 10 bilhões sob custódia, a empresa conta com o talento de um time feminino sênior para seguir rumo ao próximo passo de expansão: a abertura de capital. Elas são um terço da equipe de 60 pessoas e ocupam a mesma proporção entre o grupo de sócios. A combinação de capacidade técnica com sensibilidade reflete na satisfação dos seus clientes.

“O índice NPS (Net Promoter Score), que mede a fidelidade dos clientes, está em uma média de 93,8 entre as mulheres. É um pouco mais elevado que o dos homens, o maior patamar da casa”, diz Roberta Ferrua, sócia responsável pela equipe Operacional de São Paulo. “As mulheres se preocupam não só com o cliente, mas com a família dele, o que está muito alinhado com a nossa filosofia de manter relacionamentos duradouros”, reforça.

Especializada em atender investidores Private que têm, em média, R$ 4 milhões para alocar, e com expertise em soluções de planejamento sucessório, a Faros conta com um grupo feminino de profissionais que traz experiência de diferentes áreas do mercado.  “No negócio, o grande segredo do sucesso é entender de maneira profunda a necessidade daqueles que assessoramos”, diz Vanessa Scheller, sócia que administra carteira de R$ 1 bilhão.

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Na Faros há seis anos, Vanessa usa a vivência adquirida em mais de duas décadas na área Private de alguns dos mais importantes bancos do país para propor soluções personalizadas àqueles que atende. “O nosso nível de sensibilidade é maior, e cuidamos de uma das partes mais sensíveis dos clientes, o patrimônio”, diz. “É muito gratificante perceber a relação de confiança construída com os meus clientes ao longo da minha carreira”, conta.

Essa relação mais próxima com os assessorados é o que Clarisse Carvalho, como assessora de investimentos, tem redescoberto. Depois de ter passado mais de 16 anos na Gávea Investimentos, onde se dedicou a atender distribuidores como bancos e Family Offices, ela volta para as origens de sua profissão na Faros, onde retoma o contato mais próximo com os clientes. Em meio a nova rotina, ela tem a oportunidade de adaptar os padrões de excelência adquiridos no atendimento institucional, o que tem lhe trazido enorme satisfação.

“As mulheres têm uma visão mais abrangente da situação, por isso tendem muitas vezes a não priorizar o retorno de um investimento específico. Em vez disso, buscamos resultados em um prazo mais alongado”, afirma. “Nossa visão é para o futuro, isso reflete essa característica intrínseca às mulheres, de cuidar do outro”.

Ara Pecego, Clarisse Carvalho, Marcella Carvalho, Elaine Tavares, Raquel Filizzola, Marina Loures, Ana Teixeira (da esquerda para a direita)

Sutileza à vista

Lidar com pessoas é uma arte sutil que está ligada à percepção. Essa é a definição que Elaine Tavares dá para a sua atividade diária. Como assessora de investimentos, ela entende que a facilidade de perceber o que muitas vezes não é dito é fundamental para construir um relacionamento de longo prazo. “Trata-se de uma profissão na qual o talento para lidar com uma diversidade de comportamentos é essencial. Para isso, é preciso ter a percepção aguçada”, diz.

Com mais de vinte anos de carreira, ela entende que a base da confiança está em saber ouvir. “E somos melhores ouvintes que os homens”, afirma. Depois de 14 anos trabalhando em um banco estrangeiro com filial no Brasil, Elaine afirma se sentir mais livre para exercer o trabalho exatamente da maneira que acredita na Faros, onde está há pouco mais de um ano. “Aqui encontrei autonomia e independência, o que me deixa mais livre para construir relacionamentos sólidos e de confiança com os clientes. Me sinto realizada”, diz.

Estar à vontade para desenvolver o trabalho sem ter de lidar com a cultura machista é um dos pontos positivos destacados por Elaine, na sua rotina na Faros. “Isso ainda, infelizmente, existe em instituições financeiras mais tradicionais”, diz. Percepção parecida tem Marcella Carvalho, que começou a sua carreira na empresa há quatro anos como estagiária e hoje é sócia responsável pela equipe Operacional, na Matriz do Rio.

“Aqui a nossa opinião é levada em consideração a todo momento, o que me faz sentir muito confiante”, diz. Ela se divide entre atender uma carteira de clientes e cuidar de parte dos processos internos do escritório. “Tenho planos de formar uma família e aqui tenho certeza de que terei todo o apoio para isso. Quero continuar performando sem renunciar à minha vida pessoal”, afirma.

Clientes mulheres

Ao mesmo tempo que empresas como a Faros inovam a maneira de atender e criar processos internos que fazem sentido para os colaboradores — e as colaboradoras — cada vez mais mulheres começam a investir, e muitas escolhem casas como a Faros para assessorá-las.

“Existe uma identificação com as clientes”, diz Vanessa ao destacar que na última década tem observado cada vez mais mulheres tomarem a frente da administração do seu patrimônio. “Elas têm se interessado mais pelo mercado financeiro e consequentemente, buscado operações mais sofisticadas”, diz.

Tal percepção é compartilhada por Clarisse, que observa muitas de suas clientes cada vez mais interessadas em entender aspectos técnicos dos produtos para tomar um pouco mais de risco. Para Roberta, esse é um movimento que tende a continuar crescendo. “As mulheres querem ser independentes em todos os aspectos da vida, e com os investimentos não seria diferente”.

Conheça mais sobre a Faros.

 

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