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Ibovespa em retomada: nova oportunidade para ingressar na Bolsa de Valores?

Índice atingiu 100 mil pontos pela primeira vez desde o início da pandemia, mas investidores devem buscar ajuda especializada para reduzir risco de perdas

Aprenda a investir na bolsa

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, voltou a alcançar os 100 mil pontos pela primeira vez desde o início da pandemia do novo coronavírus. A marca não era atingida desde 5 de março deste ano, antes das notícias sobre o vírus impactarem o mercado.

A alta pode ser explicada pelo otimismo dos investidores na esteira de um cenário otimista global com as reaberturas e recuperações econômicas e após a divulgação de um crescimento acima do esperado nas vendas no varejo em maio ante o mês de abril, de 13,9%.

Apesar do cenário ainda nebuloso, Flávio de Oliveira, sócio-fundador, assessor e responsável pela mesa de Renda Variável da Zahl Investimentos, reforça que há uma ponta de otimismo para quem deseja investir na Bolsa de Valores, a B3.

“As taxas de juros estão na mínima histórica. Isso é um ponto importante para mover dinheiro para ativos de risco, como a bolsa. Devido ao histórico econômico do país, temos uma grande quantia alocada em renda fixa que pode ser migrada e impulsionar os preços dos ativos”, diz o executivo.

Vale ressaltar que há um número relativamente baixo de ativos de qualidade e com liquidez razoável na B3, fato esse que pode impulsionar o preço de algumas ações bem qualificadas.

Veja como ter acesso a esses ativos financeiros com assessoria especializada

Empresas exportadoras podem ser porta de entrada para bolsa

Flávio explica que a bolsa brasileira é formada por grandes empresas capitalizadas, sendo que muitas são exportadoras. Isso pode ser um ponto positivo para o novo investidor. “Esta crise, pelo menos inicialmente, irá afetar principalmente empresas menores e que não tenham acesso ao mercado de capitais”, diz.

Segundo o assessor, as empresas exportadoras irão se beneficiar com um dólar mais apreciado. “Já no cenário doméstico muitos dos ativos listados, apesar de serem afetados no curto prazo, devem se fortalecer à medida que roubam a participação de mercado de seus concorrentes menores que podem sucumbir à crise”, avalia.

Assessoria é fundamental para se proteger de quedas

Flávio alerta que o momento não pode ser tratado com extrema euforia. “Os preços das ações refletem o comportamento humano e este muitas vezes é totalmente ilógico. O segredo é buscar momentos e ativos em que as quedas tenham relação assimétrica com relação às possibilidades de ganho”, explica.

O executivo afirma que não existe uma fórmula mágica para avaliação dos ativos, e que é necessário que o investidor tenha conhecimento técnico para desenhar uma estratégia que faça sentido no longo prazo. “Não necessariamente precisa ser algo absurdamente complexo, mas caso ele não tenha esse tipo de conhecimento, o recomendado é que busque auxílio profissional”, alerta.

Neste cenário, ter caixa possibilita que o investidor tenha recursos disponíveis para alocação conforme o movimento do mercado e melhora a estabilidade emocional para tomar as decisões de forma mais racional. De acordo com Flávio, raros são os investidores que conseguem lidar de forma tranquila com a volatilidade do mercado sem uma reserva de oportunidade.

Novos investidores assistiram retomada mais rápida

Os investidores que entraram na bolsa em 2019 viveram um momento de oportunidade, um bull market, e em seguida já passaram por grandes sobressaltos nos últimos meses.

“A experiência de viver uma crise é auto-explicativa. Devemos saber o porquê de comprarmos cada ativo e entender que o mercado tem volatilidade. Levando em conta o patamar em que a bolsa já se encontra, posso dizer que os novos investidores assistiram uma retomada bem mais rápida que a média de outras grandes crises”, diz Flávio.

Para ajudar nestes momentos de instabilidade, o investidor precisa de auxílio de especialistas que possam orientar para alocação ou rebalanceamento dos papéis.

Na Zahl,  um dos maiores escritórios credenciados à XP Investimentos com 2 bilhões em custódia, há uma equipe de assessores extremamente qualificada e experiente. “É comprovado que clientes que possuem uma assessoria alinhada conseguem tomar decisões de forma mais racional e eficiente e que conseguem retornos mais consistentes no médio e longo prazo”, finaliza Flávio.

Não atravesse pela turbulência sem ajuda. Clique e consulte uma assessoria especializada

 

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