RADAR INFOMONEY Por que a Bolsa sobe e o PIB cai? O Ibovespa segura os 120 mil pontos, diante do caos na economia?

Por que a Bolsa sobe e o PIB cai? O Ibovespa segura os 120 mil pontos, diante do caos na economia?

CONTEÚDO PATROCINADO

Conheça os três tipos de títulos do Tesouro Direto e as vantagens de cada um deles

Número de investidores cresceu quase 50% nos últimos 12 meses

SÃO PAULO – A inflação no ano passado ficou em 10,67%, superando o rendimento da poupança. Isso significa que as pessoas que investiram nessa aplicação perderam dinheiro. Para quem busca rendimentos superiores aos da poupança, os títulos do Tesouro Direto são uma ótima opção. Além de possuírem uma rentabilidade maior que a da caderneta, é o investimento mais seguro do mercado, pois é a única aplicação financeira garantida pelo Tesouro Nacional.

Vantagens como segurança e maior rentabilidade fizeram com que o número de investidores do Tesouro Direto crescesse quase 50% em 12 meses até abril. Considerando apenas os investidores ativos (que efetivamente têm aplicações) o avanço foi de 89 por cento no período, segundo levantamento do o Ministério da Fazenda.

Pretende começar a investir em Tesouro Direto? Então confira os três tipos de títulos disponíveis:

Títulos indexados à taxa Selic

A rentabilidade é dada pela variação da taxa Selic enquanto você possui-lo em sua carteira. Atualmente, a taxa Selic está em 14,25% ao ano. Consequentemente, essa será a sua rentabilidade bruta (ainda é preciso descontar o IR) caso a taxa não se altere nos próximos meses. O Tesouro Selic (LFT) é um papel indicado quando a tendência é de elevação da taxa básica de juros ou a manutenção em um patamar elevado. O valor de mercado desse título apresenta baixa volatilidade, evitando perdas no caso de venda antecipada. Por essa razão, é considerado um título indicado para um perfil mais conservador e para o investidor que não sabe exatamente quando precisará resgatar seu investimento. 

Títulos prefixados

A rentabilidade destes títulos é dada através de uma taxa preestabelecida no momento da compra, o que permite o cálculo da rentabilidade anual caso o título seja mantido até o vencimento. Há dois títulos prefixados: o Tesouro Prefixado (LTN) e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F). O investidor que vai utilizar o valor depois do vencimento pode optar pelo Tesouro Prefixado (LTN), que paga os juros acumulados no vencimento. Mas, caso busque uma complementação da renda periodica, opte pelo título Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F), que paga juros a cada seis meses. Os títulos prefixados são indicados quando há expectativa que a taxa de juros caia, cenário que ocorre agora. 

Títulos indexados à inflação

A rentabilidade destes títulos é contabilizada por uma taxa prefixada acrescida da variação da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Se considerado a inflação do ano passado (10,5%) e a taxa atual oferecida por este título (6,5% a.a.), a rentabilidade seria acima de 17% a.a., caso estes índices se mantenham. Para quem pretende utilizar constantemente a renda da aplicação, o ideal é optar pelo título Tesouro IPCA + com Juros Semestrais (antiga NTN-B), que paga juros semestralmente para o investidor. Já quem só vai usar o valor depois do vencimento pode optar pelo Tesouro IPCA + (NTN-B Principal), que acumula os juros para pagamento no vencimento. 

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Dica

Para investimentos de curto prazo, títulos prefixados ou indexados à taxa Selic são boas opções. Para o longo prazo, títulos indexados ao IPCA são mais vantajosos, por proteger seu investimento da inflação. Caso o investidor não tenha certeza se poderá manter seu investimento até o vencimento do título, a melhor opção é o Tesouro Selic. 

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