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Oferecido por Loft

Com tecnologia, plataforma da Loft reinventa o mercado imobiliário

Redução do prazo para fechamento do negócio, calculador de valor real e experiência do cliente estão entre os destaques

Por  MoneyLab -

Clichê, um dito popular entoado aqui e ali diz que “não há lugar como o lar”. E a escolha pelo nosso canto neste mundo deve levar mais em conta do que apenas características como metragem, localização ou preço. Na Loft, startup que se consolidou como o maior marketplace imobiliário do país, a frase que permeia é outra: nunca é só um apartamento.

Fundada em agosto de 2018, a startup surgiu como uma facilitadora para a busca e aquisição de imóveis em algumas das principais cidades brasileiras. Ao contrário de imobiliárias, que apenas listam os apartamentos em seus catálogos digitais, a startup reinventou o processo de busca, financiamento, aquisição e reforma com uma plataforma que não apenas facilita as transações entre vendedores e compradores, mas que pela primeira vez simplifica todo o processo.

Com a missão de agilizar processos burocráticos que envolvem a venda e a compra de imóveis, a empresa criada por Mate Pencz e Florian Hagenbuch apostou na tecnologia para ganhar relevância nos últimos anos. Os números não mentem: são 30 mil apartamentos listados na plataforma, entre imóveis próprios que são revendidos pela startup após a aquisição e reformas realizadas pela empresa e apartamentos de terceiros que utilizam a plataforma como vitrine.

Depois de surgir em São Paulo, a companhia atraiu a atenção de investidores, que a capitalizaram a ponto da empresa se tornar uma das maiores startups do país e poder escalar a operação para outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Nos últimos meses, a companhia desembarcou no México e passou a listar imóveis residenciais na Cidade do México, Puebla, Guadalajara, Querétaro e Monterrey.

Experiência do cliente
Para ganhar terreno, Florian e Mate entenderam que não bastava apenas inundar sua plataforma com anúncios, mas torná-los atrativos para um público cada vez mais exigente e nativo digitalmente. Para isso, a aposta foi na criação de uma experiência completa para o internauta.

Algo bem incomum ao que já era observado em outros serviços imobiliários digitais ainda reféns de fotos e vídeos – raramente produzidos de forma profissional.

Em tempos de isolamento social ou por conta da distância de uma pessoa com o que pode vir a ser seu próximo lar, a tecnologia nunca se fez tão necessária. Com o recurso de visão em 360º, é possível observar cada detalhe do apartamento que está sendo pretendido para realizar sua visita virtual com maior precisão. Se gostar, poderá realizar todo o processo de compra sem precisar sair de casa, assinando documentos como o contrato e a escritura digitalmente.

Redução do prazo para fechar negócio
Os recursos fizeram com que a empresa amenizasse um dos principais entraves do comércio imobiliário no Brasil: o tempo necessário para que um proprietário consiga realizar a venda de um apartamento. Se propaganda é a chave do negócio, um anúncio bem produzido pode levar a chave de um apartamento para outras mãos. Na média, um imóvel negociado pela Loft leva sete meses para ter um novo dono, menos da metade dos 16 meses observados no mercado tradicional.

Para conseguir tal redução no tempo de anúncio, a Loft criou uma ferramenta que permite que os proprietários possam calcular de forma mais precisa o valor correto para a venda do apartamento – sem inflar o mercado ou perder dinheiro na transação. Munida de um algoritmo desenvolvido pela startup, a ferramenta calcula o preço levando em consideração valores reais de transações imobiliárias realizadas na região onde o apartamento está localizado.

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Trata-se de uma prática bem diferente da realizada por imobiliárias, que acabam estimando o preço de um apartamento com base apenas em outros anúncios – que nem sempre tem qualquer semelhança entre si. Seja para mais ou para menos. Segundo a Loft, a diferença entre o valor pedido e o valor pelo qual o imóvel é vendido de fato pode chegar a 25%.

 

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