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Acordo Azul-Avianca é positivo e ações podem subir 35%, diz Bradesco BBI

Analistas têm recomendação de compra e estimam preço-alvo de R$ 50 por ação

Comissários de bordo Azul
(Divulgação)

SÃO PAULO - A Azul (AZUL4) assinou nesta segunda-feira (11) um acordo não-vinculante para adquirir certos ativos da Avianca Brasil pelo valor de US$ 105 milhões. Na opinião de Victor Mizusaki, analista do Bradesco BBI, a notícia é positiva e os papéis podem subir até 35%, de acordo com o fechamento do último pregão.

Com recomendação de compra e preço-alvo estimado de R$ 50 por ação, Mizusaki afirma que um dos pontos positivos é a possibilidade da companhia aérea assumir dois slots premium da Avianca nos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, o que minimiza o impacto de alavancagem financeira criada pela compra.

"De acordo com nossas estimativas, Azul pagaria 5,4x EV/Ebitdar (valor da empresa sobre lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, excluindo custos e despesas de arrendamento mercantil e de aluguéis) pelos ativos da Avianca Brasil, o que pode justificar um rali no preço da ação de R$ 4,80", escreve.

"Além disso, a relação dívida líquida ajustada/Ebitda de 2019 permaneceria em um nível confortável de 4,1 vezes (contra 3,8 antes do acordo), assumindo que não haveria economias de renegociações de arrendamento de aeronaves", conclui.

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