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Como estudar e se preparar para o exame da OAB

É bem mais fácil que os estudantes pensam, afirma especialista

Depois de 5 anos de faculdade, os alunos do curso de direito têm um encontro com ela. O exame da OAB (ou prova da ordem, para alguns). E a maior dúvida dos estudantes é: como se preparar para o exame da OAB?

Essa dúvida aflige 8 em cada 10 candidatos. Mas segundo André Vilas Boas, fundador da consultoria “Tô na Ordem!”, é bem mais fácil que a maioria pensa.

"Não existe fórmula mágica ou pílula da inteligência. O que existe é a junção de algumas estratégias que fazem com que o aluno aprenda mais estudando menos. É como se todo candidato fosse um atleta. O que nós fazemos e pegar esse atleta amador e transformá-lo em um atleta olímpico, um atleta de alto rendimento."

André explica que a procura pelos seus treinamentos tem sido alta porque ele consegue fazer com que os alunos rendam muito mais em muito menos tempo. O grande diferencial, segundo ele, é que o aluno ainda vai ter tempo para manter sua vida social, namorar, trabalhar, terminar seu TCC ou qualquer coisa que queira fazer. Mas o principal segundo ele é que o aluno mantém a sua “sanidade”:

"Estamos vendo uma geração inteira crescer sob pressão. Com o efeito das redes sociais na vida das pessoas, existe uma pressão muito grande para que jovens de 22, 23 anos sejam bem-sucedidos, sejam milionários. No nosso caso, querem que os recém-formados sejam contratados por grandes escritórios e ganhem volumosos honorários."

Desde a unificação do Exame nacional e a partir de quando ele passou a ser organizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), a estimativa com base em dados não oficiais é que a cada ano cerca de 300 mil candidatos reprovem. A cada 10 pessoas que fazem a prova, 8 são reprovadas.

Diferente de outros concursos públicos, como para a magistratura ou Ministério Público e Defensoria Pública (os mais concorridos do país), a prova da OAB não tem concorrência. Basta que cada candidato faça 50% dos pontos que ele está a aprovado.

O único concorrente do candidato é ele mesmo. O fundador do “Tô na Ordem!” diz: "A disputa é interna, ou seja, do candidato para com ele mesmo. E ele acaba esquecendo um pouco disso. Por exemplo: o candidato se preocupa em tentar estudar todo conteúdo de todas as 17 disciplinas que caem no Exame. É um impulso natural estudar mais e mais. Mas isso é contraproducente. Os nossos alunos estudam apenas 13 matérias (na maioria dos casos)."

E um fato curioso chama a atenção do professor: "Pode parecer estranho, mas já detectamos isso: em alguns casos, o que atrapalha o candidato é estudar demais. Isso desencadeia uma série de fatores que jogam contra ele, como a ansiedade, o cansaço e a estafa, responsável pelo famoso “branco” na hora da prova."


As estratégias de estudo são apresentadas pelo “Tô na Ordem!”. A empresa se especializou em esclarecer para seus alunos 3 das principais dúvidas deles: o que estudar, como estudar e quando estudar.

São ensinamentos que fazem toda a diferença entre um aluno aprovado e um reprovado.

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