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Depois de ter as finanças estruturadas é hora de gerenciar riscos

Do que adianta ter um planejamento bem posicionado se não se preocupar com grandes riscos. Grandes riscos podem desestruturar seu patrimônio e jogar por água a baixo tudo o que aos seus olhos pode parecer inabalável. Segundo o premiado profissional Vinicius Bezerra Monteiro – planejador financeiro, uma das etapas mais importantes em um planejamento financeiro consiste em realizar adequadamente o gerenciamento de riscos.

Contrariando o que muitas pessoas acreditam, depois de conquistar finanças bem estruturadas e um planejamento financeiro sólido, quando o assunto com um consultor financeiro parece estar na fase de acompanhamento, profissionais do setor mostram a importância de dar um passo à frente e pensar em riscos. Sintetizando a opinião de muitos especialistas, quando a estabilidade acontece é hora de se proteger melhor, hora de olhar para o próprio patrimônio de maneira mais cuidadosa.

O gerenciamento de riscos existe para proteger e blindar o patrimônio de uma pessoa, família ou organização contra imprevistos e evitar a dilapidação imediata de patrimônio. Ou seja, o gerenciamento de riscos é o importante processo de planejar, organizar e controlar os recursos, com o objetivo de minimizar ou zerar o risco de perdas.

As circunstâncias em questão são conhecidas por todos, mas muitas vezes negligenciadas. Para facilitar e tornar esse gerenciamento mais entendível, o especialista profissional de finanças Vinicius Monteiro separou esse processo em quatro riscos: risco de acidentes; riscos de doenças graves e de longas internações hospitalares; risco de uma morte; e risco de ausência de recurso para a terceira idade.

1 - Risco de acidentes

Imagine o impacto que uma invalidez parcial ou total pode gerar em uma pessoa. Seja no caso de alguém sobre o regime CLT ou no de um empresário, os gastos pessoais tendem a se elevar devido a adaptações, tratamentos médico e próteses.  Porém a entrada de recurso financeiro tende diminuir devido à perda ou diminuição da capacidade laborativa, gerando um déficit financeiro.

Nesse momento o empresário tende a deixar a empresa para se tratar e não conseguirá dar atenção aos importantes projetos que estão em vigor.  Já o colaborador CLT entrará no afastamento do INSS, diminuindo drasticamente a sua renda. Em ambos os exemplos a pessoa passa de gerador para consumidor de renda e inicia a dilapidação do seu patrimônio.

Muitas pessoas ainda passam por uma readaptação de profissão neste momento, como por exemplo um cirurgião que perde o movimento de uma das mãos.

Segundo o especialista consultado, a solução está na contratação de um seguro de vida: “A contratação do seguro de vida com coberturas de invalidez total e parcial e capital segurado de acordo com as necessidades do cliente é a maneira mais eficaz de evitar problemas dessa natureza. O capital proveniente do seguro deverá trazer liquidez financeira suficiente para que o indivíduo seja capaz de enfrentar este problema sem dilapidar seu patrimônio”, destaca Monteiro.

2 - Riscos de doenças graves e de longas internações hospitalares

O câncer, o AVC e o infarto são as principais doenças graves que podem levar a um longo período de tratamento. Esse período impacta a capacidade laborativa que consequentemente impactarão as finanças e ainda podem existir custos extras não cobertos por um plano de saúde durante o tratamento. Novamente inicia-se a dilapidação do patrimônio.

Pensando nesse segundo cenário, Monteiro explica um pouco sobre os benefícios do seguro em vida de doenças graves. “O seguro em vida de doença graves com capital segurado adequado para enfrentar um período de tratamento sem a necessidade de dilapidar patrimônio ou depender de terceiros é uma ótima solução financeira e garante ao segurado um momento de preocupação exclusivo com a sua saúde, o que é essencial nesses casos”

3 - Risco de uma morte.

Este risco tem seu impacto divido em duas etapas, a primeira é a etapa da geração de patrimônio e a segunda é a etapa da sucessão do patrimônio.

O impacto para uma família na etapa da geração de patrimônio que perde o seu principal gerador de renda é um grande desastre, pois além dos custos de inventário a entrada de recursos diminui imediatamente. Com o passar do tempo a perda emocional se estabiliza e a necessidade financeira aumenta. Muitas vezes o cônjuge não tem recurso suficiente para manter as despesas de educação de filhos e padrão de vida familiar gerando um impacto direto para a família.

Para Vinicius Monteiro, o seguro de vida com capital segurado suficiente para proteger e custear a educação dos filhos e padrão de vida familiar é a melhor solução.

A segunda etapa envolve a morte de um patriarca com muitos bens, mas que não se planejou para este momento. Deixando para a família um grande patrimônio, porém para eles acessarem este patrimônio é necessário pagar as despesas de inventário entre elas o ITCMD, despesas cartorárias e a despesas advocatícias juntas tendem a variar entre 10% a 20% do patrimônio.  

Se a família não tiver liquidez imediata para acessar o patrimônio, todos os bens, imóveis, capitais investidos ficam bloqueados.

“Já nessa situação, o seguro de vida com capital segurado adequado, levando aos beneficiários o recurso financeiro necessário para pagamento do inventário e acesso ao patrimônio é a solução que melhor se adequa. O seguro de vida é uma importante ferramenta na sucessão pois o capital segurado não passa por inventário e é livre de impostos”, afirma o profissional de finanças.

4 - Risco de ausência de recurso para a terceira idade

Não pensar no futuro financeiro é um grande erro, porém algumas vezes as crises financeiras, processos trabalhistas e variações no mercado podem levar uma pessoa a falência. Imagina uma pessoa prestes a entrar na terceira idade, porém sem nenhuma reserva financeira. Este é o momento em que os custos de vida tendem a subir e não possuir recursos financeiros de liquidez pode levar algumas pessoas a se desfazer de patrimônio para enfrentar esse momento.

“Esse é um problema muito comum, e deveria ser uma preocupação de todos, afinal esperamos chegar bem a essa fase da vida. Uma solução é o seguro de vida resgatável que forma uma reserva financeira concreta de liquidez imediata, livre de confisco fiscal e inalienável. Vale ressaltar que os seguros de vida resgatáveis não são previdências privadas, esta reserva tem como intuito dar proteção e qualidade de vida para terceira idade”, Vinicius Monteiro, detalha com propriedade o benefício.

O especialista termina nos dando uma dica que vale ser anotada naquele caderninho de dicas para eternidade.

“A vida muda conforme o tempo passa, por isso é muito importante que o planejamento financeiro seja realizadopor um profissional capacitado, que revisará a sua necessidade real ano a ano. As ferramentas de proteção contra imprevistos são formas inteligentes de se obter segurança financeira e tranquilidade e devem ser enxergadas como indispensáveis para um planejamento financeiro completo”, Vinicius Bezerra Monteiro - Planejador financeiro.

Website: http://www.viniciusmonteiro.com.br

 

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