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Especialistas sugerem como lidar com as notas baixas dos filhos

A dinâmica familiar atual impede um acompanhamento aprofundado do desenvolvimento escolar dos filhos. Sabendo disso, especialistas recomendam estratégias para lidar com o baixo desempenho escolar dos filhos, evitando que a pressão de um sistema de avaliação inadequado resulte no total desinteresse dos jovens pelo aprendizado.

Ir mal em provas é um problema generalizado no país. É o que apontam os dados mais recentes do PISA (Programme for International Student Assessment): alunos brasileiros têm baixo desempenho em ciências, leitura e matemática, quando comparados à média dos países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

No Brasil, menos de 1% dos meninos estão entre os alunos com maior rendimento em ciências, enquanto nas outras nações esse índice chega a 8,9%. Já entre as brasileiras, apenas 0,5%  alcança os maiores resultados. Essa proporção sobe para 6,5% entre as meninas nos outros países membros da OCDE.

Esse cenário acaba por gerar conflitos familiares devido à preocupação dos pais em relação ao desenvolvimento escolar de seus filhos. Diante disso, qual a melhor maneira para lidar com as notas baixas dos jovens sem criar muitos atritos em casa?

 

O primeiro passo: criar uma cultura afetiva e uma relação de confiança

Antes de tudo, é necessário entender que desempenho escolar não deveria estar diretamente ligado a boas notas em avaliações. Apesar do tradicional sistema numérico parecer racional, preciso e justo, ele acaba por impor uma necessidade de competição e desrespeita a individualidade do aluno.

Estudos em psicologia e comportamento mostram que o acompanhamento do rendimento do aluno, por parte dos pais, possui um efeito de exigência, cobrança e controle para o aluno. Nesse contexto, as avaliações escolares são utilizadas pelos pais  como um termômetro para controlar a pressão exercida sobre o sono, deveres, tempo livre e atitudes dos jovens.

Para conseguir lidar com o desempenho escolar dos filhos sem gerar atritos, recomenda-se estabelecer com eles uma cultura de comunicação aberta onde ambos podem expor seus sentimentos e questionamentos sem se sentirem ameaçados. Dessa forma, pais e filhos ficam mais à vontade em construir, juntos, meios mais eficientes de alcançar os objetivos acadêmicos estabelecidos.

 

O caminho para o diálogo: entender de quem é a culpa

De acordo com especialistas em educação, o principal culpado por esse quadro não é o aluno, mas o processo de avaliação ao qual é submetido:

“Avaliações são importantes enquanto acompanham o processo educacional do aluno de forma integral, considerando suas potencialidades e particularidades. Na forma como é aplicada hoje em dia, a prova tornou-se capaz de desequilibrar a autoestima do aluno e causar danos para seu desenvolvimento não só intelectual, como emocional e social.” afirma Maíra Portella, Educadora e Coordenadora Pedagógica do Força Estudo Personalizado.

Dra. Leila Iannone, especialista em avaliação e currículo, reforça: “Descobrir onde estão as dificuldades do aluno é a chave para o sucesso. Se a avaliação não tiver esse propósito, ela não serve e não ajuda a ninguém. Passa a ser simplesmente um processo burocrático e contábil para saber o quanto do conteúdo foi memorizado por uns e por outros”.  

As especialistas afirmam, ainda, que os alunos costumam ser avaliados a partir de critérios pouco claros, com identificação de acertos e erros apenas para premiá-los ou puni-los, gerando medo nos estudantes e atribuindo a eles a culpa por um suposto fracasso.  

Após entender que o relacionamento pautado no diálogo deve funcionar como troca - e não como exigência e cobrança - e que notas baixas não devem ser motivo para punição, os pais podem ajudar os filhos a passarem por esse processo sem traumas, desenvolvendo maior autonomia e aumentando a autoestima.

 

Identificando as melhores estratégias para os problemas encontrados

Dentro da dinâmica familiar atual, a sobrecarga de tarefas e a falta de rotina dificultam o acompanhamento do desenvolvimento escolar dos jovens e a escola nem sempre fornece suporte para essas situações, o que acaba tornando o processo ainda mais difícil.

Sabendo que o aluno inserido neste sistema de avaliação precisa atingir as metas por ele estabelecidas, algumas ferramentas podem ser utilizadas para melhorar o desempenho escolar, tendo como consequência melhores resultados em provas. Organização de rotina, planejamento e sistematização dos estudos, assim como reforço pontual de conteúdo, são estratégias fundamentais para atingir as notas desejadas.

Visando orientar os pais nesse desafio, empresas como o Força Estudo Personalizado atuam na conciliação entre aluno, escola e família e realizando um trabalho individualizado, com experiência em identificar as soluções que melhor se adequam às necessidades de cada aluno.

O espaço, na região do Morumbi, em São Paulo, atende mais de 600 alunos por ano, com atendimentos individuais e em pequenos grupos, mediando o uso de estratégias de aprendizagem a fim de tornar o processo menos desgastante para todos os envolvidos.

As novas gerações pedem novas formas de pensar o estudo e atender a essa demanda é, também, prepará-los para um futuro cada vez mais próximo e incerto.

 

Para conhecer melhor o trabalho desenvolvido pelo Força Estudo Personalizado acesse:

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