Em negocios / noticias-corporativas

Investimento no abastecimento de água e esgotamento sanitário está longe de níveis ideais previstos no PLANSAB, analisa prof. do MBA Saneamento Ambiental

O Plano passa por sua primeira revisão desde a publicação da lei 11.445/2007 e é um dos temas do MBA Saneamento Ambiental - modalidade Educação a Distância (EAD). O curso é fruto da parceria entre a Fundação Escola de Sociologia e Política - FESPSP e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES e a UNIABES

Apesar de constituir um dos pilares da Lei Nacional de Saneamento Básico (LNSB), o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB) não parece ter gerado grandes impactos no desenvolvimento dos serviços, sobretudo na sua universalização. Dados do setor demonstram que o investimento no abastecimento de água e esgotamento sanitário ainda está bastante distante de níveis ideais, inclusive daqueles previstos no PLANSAB (versão 2013). Quem afirma é o advogado e professor do MBA Saneamento Ambiental Fernando Bernardi Gallacci.

O PLANSAB, principal instrumento da política pública de saneamento básico, é um dos temas mais importantes do momento no setor de saneamento, que está em transformação e tem grandes desafios pela frente. Está também em pauta no do MBA Saneamento Ambiental - modalidade Educação a Distância (EAD).

O curso é promovido pela Fundação Escola de Sociologia e Política - FESPSP em parceria com a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES e a UNIABES, e tem como objetivo central qualificar profissionais que atuam na gestão pública ou setor privado nas áreas de saneamento e recursos hídricos. A segunda turma do curso começará em maio.

Em relação ao Plano, de acordo com Fernando Gallacci, é possível que um dos problemas deste instrumento sejam as bases irrealistas de cenários que lastreiam as metas e programas no Plano, mas cujas premissas não funcionaram diante da crise econômica que se abateu sobre o Brasil.

"Esse ponto parece se repetir no novo instrumento do PLANSAB, ao considerar que o cenário base pressuponha um crescimento econômico de 5,5% do PIB nacional para o período 2021-2030, havendo uma taxa de crescimento de 4,5% do PIB no período 2011-2020. Ademais, o próprio cenário 1 considera o crescimento do patamar de investimento do setor público, o que é sabido estar longe de qualquer realidade nacional neste ciclo político", explica o especialista.

Integrando os componentes: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas, o PLANSAB passa por sua primeira revisão desde apublicação da lei 11.445/2007. Conforme esta lei, o Plano abrange um horizonte de 20 anos (2014 a 2033) e deve ser avaliado anualmente e revisado a cada quatro anos.

Neste contexto, Fernando Gallacci destaca que no país todas as atividades que envolvem o saneamento básico são extremamente carentes de atenção e esforços quando se trata de políticas públicas, principalmente as federais, que em muitas ocasiões suportam financeiramente as iniciativas locais. "Isso fica claro, por exemplo, quando vemos os casos de crise hídrica nas regiões sudeste e nordeste, quando vemos o número ainda expressivo de lixões que afligem o meio ambiente e contrariam a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, ou quando enfrentamos as enchentes nas cidades brasileiras durante o período de chuvas", afirma.

Conteúdos avançados

O MBA Saneamento Ambiental EAD apresenta conteúdos avançados, elaborados por professores especialistas e técnicos com atuação prática e dedicação nas modalidades que compõem o saneamento e recursos hídricos brasileiro - nos setores público e privado.

O curso tem módulos dedicados aos estudos da gestão de resíduos sólidos e limpeza urbana, gestão de bacias hidrográficas e também regulação da prestação dos serviços de saneamento. E ainda contempla uma semana de estudos presenciais em Londres, por meio do Módulo Executivo Internacional na London School of Economics and Political Science (LSE), considerada uma das principais instituições de ensino do mundo, casa de 18 vencedores do Prêmio Nobel. O LSE possibilitará ao aluno conhecer e discutir as principais experiências e desafios globais em saneamento.

Acesse os Módulos do MBA Saneamento Ambiental EAD neste link: https://mbappp.com/saneamento/sobre/

Para mais informações e inscrições: mbasaneamento@fespsp.org.br ou: 11 3123 7800 - Ramal 838

Início das aulas em maio de 2019

Acesse o site: https://mbappp.com/saneamento/

Sobre a FESPSP

Criada em 1933 pelo empresário e intelectual Roberto Simonsen, a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP é responsável pela implantação das primeiras instituições brasileiras de ensino de Sociologia e de Biblioteconomia. Desde a criação, os estudos desenvolvidos na Pós-Graduação tiveram como tema principal o Estado e Desenvolvimento, o que In?uenciou fortemente o per?l acadêmico das unidades mantidas pela Fundação. A FESPSP, nascida como Escola Livre de Sociologia e Política, quer rea?rmar seu compromisso com debate livre e quali?cado, que vem se constituindo como marca de seus cursos.

https://www.fespsp.org.br/


Sobre a ABES

Com 52 anos de atuação pelo saneamento e meio ambiente no Brasil, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES reúne em seu corpo associativo cerca de 10.000 profissionais do setor. A ABES tem como missão ser propulsora de atividades técnico-científicas, político-institucionais e de gestão que contribuam para o desenvolvimento do saneamento ambiental, visando à melhoria da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida das pessoas. A ABES apresenta publicações periódicas e tem seu próprio programa de capacitação, a UNIABES, que oferece cursos de saneamento ambiental por meio de plataforma EAD.

ABES, há 52 anos trabalhando pelo saneamento e pela qualidade de vida dos brasileiros. www.abes-dn.org.br

Website: https://mbappp.com/saneamento/

 

Tudo sobre: 

Contato