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Espaços de coworking se adaptam à lei de multipropriedade: comprar fração, ao invés de alugar, é alternativa para uso ou geração de renda

Este modelo de espaço de COWORKING em que usuário ao invés de alugar agora pode comprar foi desenvolvido para profissionais autônomos , empreendedores, pequenas empresas e investidores como opção para quem deseja possuir um SEDE PRÓPRIA, luxuoso e mobiliado em um bairro nobre, sem pagar a conta sozinho, ainda se livrar do aluguel e também gerar uma renda extra com locação quando não estiver usando. Tudo de acordo com lei de multipropriedade

De acordo com Censo coworking Brasil 2018, cresceu de 810 para 1194 o número de espaços coworkings, que totaliza 88 mil estações de trabalho disponíveis e pequenas empresas de até 3 funcionários representam 55% do público dos coworkings, este crescimento  deve-se ao incentivo de novas práticas de empreendedorismo e também aos benefícios que são oferecidos aos usuários que passam pela economia de água, luz, internet e serviços essenciais, como limpeza, presença de secretária que chegam até à 70% dependendo do caso.

Até então, ter acesso a um espaço assim, só funcionava através da modalidade de aluguel, mas agora com a nova Lei  13.777  que regulamenta a multipropriedade no Brasil, é possível comprar qualquer tipo de imóvel de forma fracionada, inclusive de um espaço de coworking.

As propriedades fracionadas já existem nos Estados Unidos e na Europa há mais de 20 anos. Agora, começam a ganhar força no Brasil. Um estudo divulgado no ano passado pela Caio Calfat Real Estate Consulting, consultoria especializada no setor imobiliário e hoteleiro, comprova o interesse pela multipropriedade. A pesquisa apontou que só em 2016, em plena crise econômica, o sistema fracionado somou 11 bilhões em lançamentos. Um crescimento quase cinco vezes maior do que o registrado no último levantamento, realizado em 2015 (R$ 2,3 bilhões).

Vem de João Pessoa, capital da Paraíba, o exemplo de como fazer este tipo de investimento. Por lá, foi aplicado o modelo de multipropriedade fracionada, na qual todos os investidores fazem uso do espaço adquirido de forma inteligente e sustentável. A lógica é muito simples:

No lugar de pagar um aluguel, o usuário compra uma fração do imóvel, tornando-se multiproprietário. É o compartilhamento levado ao pé da letra. O modelo ainda é inédito no mundo; já que quando o assunto é multipropriedade, o mercado vem se limitando aos setores de residência, hotelaria e bens de luxo.

Para se ter noção da amplitude da modalidade de negócio, a lista dos profissionais que o procuram, é generosa: são arquitetos, fotógrafos, advogados, designers, consultores de negócios, prestadores de serviços em tecnologia da informação, corretores de imóveis, de seguros, representantes comercias, engenheiros, coachs, personal organizer e principalmente investidores que compra para alugar.

E como funciona esse novo sistema de investimento imobiliário? O cliente compra uma fração de um escritório compartilhado, também conhecido como coworking ou espaço colaborativo, o que lhe dá direito a uma escritura pública do imóvel individualizada correspondente à sua cota, incluindo uma área de trabalho fixa previamente demarcada, armário privativo e acesso às salas de reuniões e de atendimentos privativos, auditórios, copa, café bar, domicílio fiscal e postal, além de contar com toda infraestrutura de equipamentos como impressoras, scanner, internet de alta velocidade e, claro, secretariado e serviço de limpeza. Tudo em um ambiente luxuoso, inspirador  e com localização do imóvel em um bairro nobre.

Ao contrário do modelo tradicional de multipropriedade , em que comprador só tem direito a usar apenas por um tempo pré-fixado (dias, semanas ou mês), no modelo desenvolvido, o usuário tem direito a usar o bem todos os dias do ano, 24 horas por dia, 7 dias por semana, ou seja, em tempo integral ou de acordo com sua necessidade. "O negócio é atrativo pois, por cerca de R$ 60.000,00 o comprador terá direito a usufruir do espaço de trabalho e atender clientes todos os dias, em um escritório luxuoso, situado no bairro nobre da capital, ou alugar para outros profissionais ou empresas quando não estiver usando", afirma Victor Oliveira, corretor de imóveis da HOFMANN IMOBILIÁRIA em João Pessoa e o idealizador desta modalidade.

Modelo Tradicional X Modelo em regime de Multipropriedade.

Itens

Modelo Tradicional

Regime de Multipropriedade

tipo de contrato

aluguel mensal sem 

fidelização

contrato de compra e venda

acesso 24 horas ao imóvel

depende do plano

sim

permite sublocação

não

sim

 intercâmbio entre unidades

sim

sim

salas de reuniões

depende do plano

incluso

auditório

extra

incluso

endereço fiscal e postal

extra

incluso

localização em bairro nobre

depende do valor

sim

escritura publica

não

sim

Segundo Gustavo Rabay, advogado do escritório Rabay, Bastos & Palitot, é importante ressaltar que o imóvel comercial vendido em sistema de multipropriedade é igual a qualquer outro imóvel, possuindo escritura e registro público em cartório de imóveis e as mesmas vantagens que a aquisição de um bem tradicional. “A fração se torna um bem transmissível a herdeiros e negociável. O proprietário pode locá-la ou revendê-la a terceiros quando quiser.”, afirma Rabay. Por sua vez, André Cabral, advogado da banca Cabral, Ribeiro, Rangel & Cavalcanti, destaca que "O sistema de fractional já é um modelo jurídico consolidado em vários países e, que ganha força na nova economia compartilhada, pois minimiza custos tanto de aquisição dos bens como de sua manutenção. O Brasil entra nesse cenário global com a Lei 13.777/2018 que regulamentou a multipropriedade."

Com características únicas de um coworking de luxo, com a conveniência de ser um bem próprio do empresário, esse modelo inovador vem agradando os pioneiros na sua adoção: “Tenho todo o conforto de um escritório moderno, mas com serviço de hotel cinco-estrelas e, além da comodidade, fico tranquilo por saber que meu dinheiro não está parado num único bem, o que me deixa tempo suficiente para focar apenas no meu negócio”, conta Leo Maia, arquiteto do projeto e investidor.

O modelo pode ser interessante para investidores com um maior capital disponível, que pode avaliar a possibilidade de adquirir várias frações do projeto para ampliar sua rentabilidade com a locação dos seus espaços adquiridos. A locação pode ser feita simultaneamente para vários inquilinos e de forma individualizada, o que permite uma rentabilidade acima da média dos imóveis tradicionais. - Toda a gestão de locação pode ser feita através do aplicativo exclusivo do coworking sem intermediação ou através da administradora  - Segundo Victor Oliveira, isso torna a operação menos suscetível às variáveis da economia.

 

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