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Investimento em imóveis é atrativo para investidor prudente

Se por um lado investimentos no mercado imobiliário costumam não ter altos rendimentos como os feitos na Bolsa de Valores, por outro os riscos são menores. Isso chama a atenção de um investidor prudente e com expectativas de resultados a médio prazo.

Se por um lado investimentos no mercado imobiliário costumam não ter altos rendimentos como os feitos na Bolsa de Valores, por outro os riscos são menores. Isso chama a atenção de um investidor prudente e com expectativas de resultados a médio prazo.

Para atingir um bom rendimento, Amaury Fonseca Junior, sócio-fundador da Vision Brazil Investments, afirma que o ideal é que o investidor consiga diversificar os investimentos e apostar em imóveis na sua carteira de ativos para proteger o bolso.

“Em qualquer atividade financeira e investimento no mercado há algum tipo de risco inerente, mas os riscos no mercado imobiliário são menores uma vez que têm base em ativos reais, o que significa dizer que reagem aos abalos do mercado de forma mais vagarosa do que as ações em Bolsa de Valores”, diz.

Prova disso é que o início de recuperação econômica em 2017 se refletiu no mercado imobiliário – que fechou o ano passado com resultados positivos e continuou a se propagar nos resultados dos primeiros meses em 2018. Apesar disso, as vendas de imóveis residenciais novos cresceram 22,3% no primeiro trimestre – desempenho ainda insuficiente para estimular as construtoras a lançarem novos empreendimentos.

Segundo o Banco Mundial, o crédito imobiliário representa 3% do PIB brasileiro. Nos Estados Unidos, tal crédito corresponde a 70% do PIB do país e na Espanha, 46%. “Isso mostra o quanto o Brasil ainda é pouco desenvolvido”, afirma Fabio Greco, sócio-fundador da Vision Brazil Investments.

Por isso, diz Greco, o faturamento nessa área no mercado nacional não é tão rentável e alto quanto no mercado americano, mas o risco de criar uma bolha e vir a estourar, como ocorreu em 2008 nos EUA, também é muito menor, tornando os investimentos no nosso país mais seguros. “É preciso retomar a confiança nos investimentos no país para que, naturalmente, o crédito ao brasileiro volte a crescer e, assim, fazer o mercado imobiliário crescer por consequência”, ressalta.

 

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