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Brasil é o terceiro destino mais disputado entre empresas estrangeiras

Além do Brasil, 57% dos líderes globais, que pensam em expandir suas empresas, consideram os países emergentes China, Índia, Rússia e México

empresa empresário executivo

SÃO PAULO - Empresas de economias desenvolvidas estão de olho nas oportunidades de expansão internacional em países emergentes de rápido crescimento. O Brasil é o terceiro destino mais procurado por empresários espanhóis, norte-americanos e argentinos, segundo o estudo IBR 2012 (International Business Report), da Grant Thornton.

Além do Brasil, 57% dos líderes globais, que pensam em expandir suas empresas, consideram os principais países emergentes: China, Índia, Rússia e México. Apenas 38% e 33% dos executivos consultados veem a Europa Ocidental e a América do Norte, respectivamente, como destino para se internacionalizar.

Para o Managing Partner da Grant Thornton Brasil, Paulo Sérgio Dortas, o Brasil ainda conta com a perspectiva dos investimentos em infraestrutura voltados ao Pré-sal, e injeção de capital relacionado aos Mega Eventos, como a Olimpíada e Copa do Mundo.

“A contribuição da iniciativa privada é necessária para cobrir as necessidades de crescimento e, por isso, os investimentos estrangeiros continuam sendo muito bem-vindos”, acrescenta Dortas.

Porém, ainda há empecilhos fortes para a economia brasileira ser o maior destino das empresas estrangeiras. Segundo os executivos que estão no País, o maior desafio para desenvolver os seus negócios internacionalmente é a legislação e regulação (52%), seguido pela dificuldade em achar os profissionais certos (45%).

Outros países em vista
Em escala de prioridades de investimentos e alvo de interesse, a China chama atenção de 63% dos executivos japoneses, enquanto a Índia atrai interesse principalmente dos norte-americanos (32%) e a Rússia dos turcos (49%) e alemães (42%).

Empresas na Turquia (59%), Rússia (37%), Índia (33%) e China (27%) estão buscando oportunidades na Europa Ocidental. Enquanto, 33% dos empresários da América Latina, subindo para 58% no México, olham oportunidades na América do Norte.

 

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