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Seguro de pessoas cresce 7,5% até novembro e arrecada R$ 56,7 bi, mostra Fenaprevi

48% do valor arrecadado foram em seguro de vida (individual e coletivo)

Gilmara Santos

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A arrecadação em prêmios (valor pago às seguradoras) dos ramos de pessoas apresentou alta 7,5% entre janeiro e novembro de 2023 na comparação com igual período de 2022. Relatório da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados) mostram que o setor alcançou R$ 56,7 bilhões em prêmios no período.

As principais variações foram nos seguros funeral e vida individual, com expansão de 23,7% e 20,3%, respectivamente. Ainda nos 11 meses analisados, 48% do valor arrecadado foram em seguro de vida (individual e coletivo), 27% em seguro prestamista e 13% em acidentes pessoais.

Considerando apenas o mês de novembro, os principais destaques foram novamente os seguros funeral e vida Individual, que cresceram 34,5% e 19,6%, respectivamente. Ao todo, o setor cresceu 8,5% no mês, fechando em R$ 5,4 bilhões em prêmios.

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Indenizações

O levantamento revela ainda que houve crescimento de 6,3% no pagamento de indenizações (sinistros) com seguro de pessoas, o que somou R$ 13,9 bilhões nos 11 primeiros meses do ano passado.

Deste total, 54% foram transferidos aos detentores de apólices de seguro de vida (individual e coletivo), seguidos por 18% no seguro prestamista e 13% em acidentes pessoais. Ao mesmo tempo, os ramos com as maiores variações positivas no pagamento de benefícios foram o seguro-viagem, com alta de 43,4%; os dotais (19,5%) e o segmento de doenças graves (18,7%) tendo em vista a mesma base de comparação.

Somente no mês de novembro, o setor indenizou aos segurados R$ 1,3 bilhão em benefícios, alta de 8,3% quando comparado a novembro do ano anterior. Os maiores pagamentos foram nos seguros de vida em grupo, prestamista e acidentes pessoais, responsáveis por 47%, 17% e 14% do total de sinistros pagos no mês.

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Gilmara Santos

Jornalista especializada em economia e negócios. Foi editora de legislação da Gazeta Mercantil e de Economia do Diário do Grande ABC.