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Inflação para as famílias que ganham menos desacelera em fevereiro

Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação

supermercado - 30/10/12
(Marcelo Camargo/ABr)

A inflação das famílias com renda mensal até 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), fechou o mês de fevereiro com alta de 0,83%, desacelerando em relação a janeiro (2%) e registrando variação de 0,14 ponto percentual, inferior ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC-BR). O IPC-BR é o conjunto dos índices de preços ao consumidor.

Em fevereiro, o IPC-BR registrou variação de 0,97%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 7,99%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1. A taxa foi divulgada hoje (13)  pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o indicador acumula alta de 2,85%, no ano e de 8,06% nos últimos 12 meses.

O IPC-BR acumula, nos últimos 12 meses, taxa de 7,99%, índice abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: o grupo alimentação, um dos que mais pesam para as famílias de menor renda, caiu de 1,97% para 0,74%; transportes, de 5,38% para 2,11%; habitação, de 2,02% para 0,78%; educação, leitura e recreação, de 3,02% para 0,33%; despesas diversas, de 2,21% para 1,19%; e comunicação, de 0,26% para 0,19%.

As únicas classes que subiram foram as de vestuário e saúde. A de vesturário aumentou, de janeiro para fevereiro, de -040% para 0,05%. A classe saúde elevou-se de 0,02% para 0,49%.

 

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