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Alimentação volta a pesar na alta do IPC-S no mês

Dentre as cinco classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes

alimentos - tomates e batatas - inflação - IPCA
(Tânia Rêgo/ABr)

O grupo Alimentação, que avançou 0,66% na terceira quadrissemana de novembro, foi um dos cinco grupos que contribuíram para acelerar o ritmo inflacionário no período, segundo o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S). O indicador geral, divulgado nesta segunda-feira, 24, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,08 ponto porcentual, de 0,50% para 0,58% entre a segunda e a terceira quadrissemana do mês.

 

Dentre as cinco classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes (de 6,72% para 8,80%), no grupo Alimentação; gasolina (de 0,45% para 1,05%), em Transportes; excursão e tour (-0,02% para 1,12%), em Educação, Leitura e Recreação; tarifa de eletricidade residencial (1,53% para 2,49%), no grupo Habitação, e serviço religioso e funerário (0,20% para 0,57%), em Despesas Diversas.

 

De forma isolada, os itens com as maiores influências positivas no IPC-S no mês foram Tarifa de eletricidade residencial (de 1,53% para 2,49%), batata-inglesa (de 28,91% para 47,60%), aluguel residencial (de 0,79% para 0,85%), refeições em bares e restaurantes (de 0,40% para 0,52%) e gasolina (0,45% para 1,05%).

 

Também de forma isolada, os cinco itens com as maiores influências negativas nesse período foram leite tipo longa vida (-3,82% para -4,53%), manga (-17,66% para -13,62%), banana-prata (-3,25% para -3,17%), cebola (-15,51% para -6,27%) e margarina (-3,59% para -3,90%).

 

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