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Alimentos ficam mais caros e impactam inflação na 1ª semana de novembro

Inflação medida pelo IPC-S foi de 0,63%; seis classes de despesas apresentaram acréscimo em suas taxas de variação

alimentos - alface - inflação - IPCA
(Elza Fiúza/ABr)

SÃO PAULO – A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou aceleração de 0,08 ponto percentual na primeira semana de novembro, quando comparada ao resultado da semana anterior, atingindo 0,63%.

O índice, calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta sexta-feira (8), mostrou que seis das oito classes de despesas componentes do IPCS apresentaram resultados maiores em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação, cuja variação passou de 0,93% para 1,14%.

De acordo com a FGV, o resultado do grupo reflete o comportamento do item hortaliças e legumes (de 0,91% para 5,75%).

Outros grupos
Além do grupo Alimentação, na semana terminada em 07 de novembro, outras cinco classes de despesas apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. São elas: Habitação (de 0,58% para 0,61%), Transportes (de -0,01% para 0,06%), Comunicação (de 0,47% para 0,64%), Despesas Diversas (de 0,25% para 0,52%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,57% para 0,61%).

Para estes grupos as maiores influências partiram, respectivamente, de tarifa de eletricidade residencial (0,09% para 0,77%), seguro facultativo para veículos (-0,17% para 0,88%), pacote de telefonia fixa e internet (0,30% para 0,58%), cigarros (0,00% para 0,48%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (1,01% para 1,10%).

Em contrapartida, os grupos Vestuário (0,72% para 0,43%) e Educação, Leitura e Recreação (0,50% para 0,46%) registraram resultados contrários em suas taxas de variação.

 

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