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Governo estuda mudança no FGTS para saque e rentabilidade maior

O projeto incluiu mexer nas alíquotas e considera a possibilidade de sacar recursos. 

carteira de trabalho
(Shutterstock)

Os estudos do Ministério da Economia para mudar regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) incluem mexer nas alíquotas cobradas de trabalhadores e empregadores, também a possibilidade de sacar os recursos e ainda elevar a rentabilidade, afirmou nesta quinta-feira, 9, o secretário Especial da Fazenda, Waldery Rodrigues. 

Segundo o secretário, será uma medida de médio prazo, mas ainda sem data para ser anunciada - diferentemente da liberação de saques do PIS/Pasep, antecipada pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, na semana passada, que poderá estar pronta em quatro meses.

Mais cedo, Rodrigues disse que poderiam ser liberados de R$ 21 bilhões a R$ 22 bilhões do PIS/Pasep.

"Para o FGTS, está sendo pensado passar por uma reforma, incluindo mudar a rentabilidade, que hoje é negativa", afirmou Rodrigues a jornalistas, ao deixar o 31º Fórum Nacional, organizado pelo economista Raul Velloso, no Rio.

Segundo o secretário, as mudanças no FGTS exigem mais tempo de planejamento porque o estoque do fundo é de cerca de R$ 500 bilhões, com impactos maiores na economia. A reforma faz parte de estudos sobre 128 fundos públicos.

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