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Imóveis: anúncios mal intencionados podem enganar compradores

Para não cair em armadilhas, é preciso ficar atento aos significados de cada palavra do anúncio, orienta o Ibedec

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SÃO PAULO - Se a sua intenção for comprar um imóvel, é preciso muito cuidado para não acabar se arrependendo. É imprescindível que antes de fechar o contrato, a compra seja analisada, principalmente se o imóvel realmente condiz com os anúncios de compra e venda, formulados, em muitos casos, para confundir o consumidor.

"Cuidado com as expressões 'luxo e acabamento de primeira'", alerta o diretor do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.

Para não cair nas armadilhas preparadas por gente mal intencionada, é preciso ficar atendo aos significados de cada palavra do anúncio.

"Sinal" e "entrada", por exemplo, têm significados completamente diferentes. Enquanto o primeiro se refere à parcela para reserva do imóvel, o segundo é o montante que o comprador paga ao vendedor até o ato da escritura de promessa de compra e venda. Já poupança se trata do pagamento das parcelas mensais com os próprios recursos do comprador.

Valor do imóvel no anúncio
"Se existir preço no anúncio, ele deve ser específico do imóvel oferecido e referir-se ao seu valor total", esclarece Tardin. Ele explica que além do valor, o anúncio deve informar o preço total com taxa de juros e correção monetária, poupança, intermediárias e números de prestações.

"O anúncio deve ser claro, especificando o tamanho do imóvel e distinguindo área comum e área útil". Ele conclui dizendo que se o imóvel for novo, tanto o nome da construtora quando o da imobiliária devem constar do anúncio.

 

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