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Para comprar iPhone XS Max com 1 salário mínimo é preciso trabalhar mais de 10 meses

O levantamento mostra que o trabalhador no Brasil ganha R$ 5,40 por hora, considerando o salário mínimo, de R$ 954    

iPhone Xs Xs Max
(Reprodução)

SÃO PAULO - O brasileiro que ganha 1 salário mínimo precisa trabalhar cerca de 10 meses e meio para pagar o novo iPhone XS Max de 518 GB, segundo um estudo do Cuponation, portal de descontos pertencente à alemã Global Savings Group.

O levantamento mostra que o trabalhador no Brasil ganha R$ 5,40 por hora, considerando 8 horas de serviço por dia, 22 dias por mês e com salário mínimo de R$ 954. Assim, seria preciso 1.800 horas para pagar o novo smartphone da Apple.

Os novos iPhones, lançados em setembro, chegaram ao Brasil nesta sexta-feira (9) e agora podem ser comprados pelos consumidores do país. As novidades incluem os iPhones XR, XS e XS Max, este último com o preço mais alto dos lançamentos, R$ 9.999.  

O estudo fez uma comparação com outros lugares do mundo onde o iPhone XS Max é mais barato e o  tempo de trabalho investido seria muito menor.

Nos E.U.A, por exemplo, onde o smartphone custa US$ 1.499, cerca de R$ 5.621, o trabalhador americano precisaria trabalhar aproximadamente 200 horas, que corresponde a menos de 1 mês e meio de trabalho, ou seja, 89% a menos do que o brasileiro. O estudo mostra que o americano ganha no mínimo R$ 27, 20 por hora.

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Já no Japão, os custos são muito semelhantes. Lá o Xs Max custa 164,800 ienes, cerca de R$ 5.520,92, e como o salário mínimo garante R$ 26,20 por hora,  seria preciso trabalhar 210 horas, um período parecido com o do americano.

Em Hong Kong, região administrativa especial da China, os preços ficam um pouco mais altos: o iPhone custa cerca de 12,499 dólares de Hong Kong, cerca de R$ 6.005,18. Enquanto, o salário por hora é de R$ 10,22 por hora e para comprar o produto seriam necessários mais de 3 meses de trabalho, ou seja, mais de 580 horas. Ainda assim, o consumidor de Hong Kong trabalharia 70%  a menos que o brasileiro.  

Veja o infográfico: 

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