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Está na hora de abandonar o WhatsApp, diz New York Times

Saída de cofundador pode significar a perda o início do fim companhia, de acordo com reportagem do jornal

Whatsapp
(Rahul Ramachandram / Shutterstock.com)

SÃO PAULO - A saída de Jan Koum, cofundador do WhatsApp, de seu cargo no conselho do Facebook pode ser um baque que o mensageiro mais famoso do mundo não aguentará. A análise é do New York Times a partir de conversas com funcionários da empresa.

A relação de Koum com a empresa que fundou se deteriorou conforme o Facebook passou a coletar dados dos usuários do WhatsApp recentemente. Desde o final do ano passado a sua demissão era negociada, disse o Times, marcando uma ruptura no que o empreendedor acreditava como sua missão na empresa. 

"O respeito por sua privacidade é codificado em nosso DNA, e construímos o WhatsApp em torno do objetivo de saber o mínimo possível sobre você", escreveu Koum na época em que vendeu o WhatsApp por US$ 19 bilhões. "Se a parceria com o Facebook significasse que precisávamos mudar nossos valores, não teríamos feito isso". 

Para os interlocutores do Times, a desistência do cargo marca uma era em que apenas uma pessoa realmente tem voz por trás do WhatsApp, Facebook e Instagram: Mark Zuckerberg. Isso abriu margem, internamente, para interpretações de que a companhia pode, em breve, passar a vender dados e lucrar com publicidade. 

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